
A promoção do desenvolvimento é um desafio cuja magnitude e complexidade ultrapassava as forças da Fundação Odebrecht. Para realizá-lo, buscamos fomentar a ação conjunta e articulada entre Governo (nos âmbitos Federal, Estadual e Municipal), empresas e sociedade civil, implantando um inovador sistema de Governança.
A Governança nasce a partir da necessidade e prioridade do compartilhamento de crenças e valores entre instituições do Primeiro, Segundo e Terceiro Setores, que decidem tomar a iniciativa de desenvolver uma ação comum para enfrentar uma questão social.
• O Governo atua na consolidação de políticas públicas e na garantia dos direitos fundamentais e viabiliza parcerias que garantam a aplicação dos recursos públicos em ações que de fato beneficiem as necessidades e prioridades da comunidade.
• A Empresa Privada garante a prática da responsabilidade social, realizando investimento social privado e transferindo tecnologia.
• E as Organizações do Terceiro Setor, que estão mais próximas da comunidade, fazem acontecer as ações com eficácia e eficiência e retroalimentam os demais setores com informações úteis e inteligentes ao processo de desenvolvimento.
A Governança vai além de apoios financeiros e cessão de chancelas. Neste contexto, o Governo assume o papel de facilitador e de ativador de relações e compromissos entre os Setores, promovendo e coordenando a interação intersetorial e compartilhando responsabilidades, eliminando a burocracia desnecessária.
No Baixo Sul, a Governança é disciplinada por um termo de parceria assinado pelo Governo do Estado da Bahia, Amubs - Associação dos Municípios do Baixo Sul, Fundação Odebrecht e Ides - Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Baixo Sul, onde o papel e as responsabilidades de cada um dos atores estão bem definidos, assim como os objetivos e as prioridades.
O sistema contempla ainda as associações, cooperativas e Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), instituições locais, representativas, transparentes e idôneas, que lideram a operacionalização das ações, cujos resultados e contas podem ser acompanhados pelo cidadão comum.