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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Aderlúcia Silva
Aderlúcia Silva
Crença no potencial do jovem

Aderlúcia Nascimento da Silva, 23 anos, define sua vida em uma palavra: aprendizado. “Aprendi que a distância às vezes nos aproxima das pessoas que amamos. Que para ensinar é necessário ter vontade de plantar um pouquinho de você em cada um. É imaginar que você pode se tornar imortal quando ensina algo com prazer”, conta.

Quando tinha 16 anos, a jovem participou Programa Aliança com o Adolescente no município de Quixelô, no Ceará. Ela foi selecionada para participar de um projeto para formação de adolescentes voluntários, em 2000, quando cursava o segundo ano do Ensino Médio. “Comecei a ver a minha realidade com outra perspectiva e a imaginar como eu poderia influenciar para que a vida das pessoas melhorasse”.

No momento de colocar em prática o que aprendeu, Aderlúcia decidiu realizar dois projetos voluntários com o apoio de sua prima, Angélica. “Elaboramos os projetos Despertar para o Esporte e o Vale a pena VERDE novo, respectivamente, nas áreas de Esporte e Meio Ambiente. Trabalhávamos com as questões de gênero no futebol e com cultivo de hortas nas escolas”. Elas também executaram o projeto de leitura e escrita Aprender pra Saber. Em 2005, Aderlúcia se tornou líder do Movimento de Jovens Voluntários do Semi-Árido Cearense (Mover).

Em 2006, a jovem foi aprovada no curso de Fisioterapia da Universidade Estácio de Sá. Mudou-se para o Rio de Janeiro e hoje participa ativamente do Fórum de Juventude do município, além de ter sido delegada na Conferência Nacional de Juventude em Brasília. “Sempre acreditei no potencial que nós, jovens e adolescentes, temos. Apenas precisamos ser cativados e por mais que alguém diga que não é possível, você pode sim, basta querer”.

“Pretendo voltar para minha cidade para concluir o que comecei. Pretendo, quem sabe, exercer uma carreira política, pois acredito que disponibilizando mais informação para as pessoas, elas vão poder exigir mais e fazer mais”, conclui a jovem protagonista.

Conheça a história de outros jovens apoiados

Em 2007, com apenas 17 anos, Jailton Ribeiro já tinha perfil para empresariar seu próprio negócio. Foi nessa época, estudando na unidade de ensino Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN), que adquiriu os conhecimentos necessários para desenvolver as culturas de mandioca, abacaxi, cacau e banana na sua propriedade. “Ninguém acreditava que era possível produzir em nossa terra”, revela. Após a passagem pela CFR-PTN, Jailton, morador da comunidade de Ouro Preto, em Presidente Tancredo Neves (BA), e sua família cuidam de 40 hectares de plantação, chegando a acumular renda mensal de mais de R$ 5 mil somente com essa atividade. “Nossa plantação está se desenvolvendo bem e devo isso à Casa Familiar pelo investimento em minha formação”, afirma o jovem.

Os três anos passados na CFR-PTN foram suficientes para Jailton influenciar seu pai, João de Melo, a adotar os métodos aprendidos. “Sempre tive apoio dele, mas quando os resultados começaram a aparecer, ele passou a confiar mais em meu trabalho”, declara. Atualmente, o agricultor João está associado à Cooperativa de Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan). Dessa forma, encontra destino certo para escoar sua produção, já que os frutos entregues lá são comercializados em redes de supermercado do estado da Bahia. “Aliamos qualidade com menor custo e temos renda com agricultura. Meu sonho é cuidar mais e melhor do plantio, pois tenho planos de me manter apenas com isso. O que quero é ficar em minha comunidade e ser dono de meu negócio”, assegura Jailton.

Alinhadas com os objetivos do Programa de Desenvolvimento e Crescimento Intagrado com Sustentabilidade do Mosaico de Áreas de Proteção Ambiental do Baixo Sul da Bahia (PDCIS), CFR-PTN e outras unidades de ensino, como Casa Familiar Rural de Igrapiúna e Casa Familiar Agroflorestal, contribuem para formar uma geração de novos empresários rurais na região. Utilizando uma metodologia diferenciada, conhecida como Pedagogia da Alternância, integram conhecimento teórico com atividade prática. O que reforça o conceito de educação pelo trabalho, uma das bases da Tecnologia Empresarial Odebrecht. “A CFR-PTN me deu caminho para me desenvolver como pessoa e profissional. Me sinto agraciado com a oportunidade e fico feliz de ver outros jovens sendo acolhidos pela Casa”, pontua Jailton. “Minha propriedade é exemplo concreto de experiência vivida há quatro anos. Tenho orgulho em acordar pela manhã e saber que minha empresa me espera”, finaliza.

Muitos foram os programas apoiados pela Fundação Odebrecht que Emanuel Ribeiro Filho participou. Mas muitos são os que ele ainda está envolvido. Determinado, ativo e batalhador, Emanuel está morando em Salvador para cursar Psicologia, realizando assim um grande sonho. “Pretendo retornar o mais rápido ao Baixo Sul para poder contribuir de maneira ainda mais efetiva com a região”, afirma. Conheça sua história:

“Iniciei minha participação nos projetos da Fundação Odebrecht, através do Programa Aliança com o Adolescente pelo Desenvolvimento Sustentável no Nordeste, em 2002, então com 15 anos. Por ser presidente do grêmio estudantil da minha escola, fui convidado para participar da Inclusão Qualificada que selecionaria jovens para participarem do Programa de Formação de Adolescentes Protagonistas (PFAP).

Após alguns meses de formação, fui convidado para estagiar na Área de Protagonismo Juvenil do Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Baixo Sul (Ides), onde atuei durante todo o ano de 2003, tanto na Área Pedagógica quanto na Área Administrativo-Financeira. Além do PFAP, participei também do Programa Jovem Empreendedor (PJE).

Em 2005, mudei-me para Salvador, pois sempre tive o sonho de cursar Psicologia e, no Baixo Sul da Bahia, este curso não é oferecido. Estou no 7º semestre e conto com a colaboração do Programa de Bolsas Estudantis do Ides/Kellogg, que contribui com parte das minhas despesas acadêmicas.

Iniciei um estágio na própria Fundação Odebrecht, na Área de Protagonismo Juvenil, apoiando a sistematização das ações de alguns projetos. Participo também do Programa de Jovens Talentos Protagonistas, uma ação conjunta da Fundação Odebrecht e do Ides.

Nessa caminhada, amadureci bastante. Toda a formação que recebi contribuiu e continua contribuindo para minha visão de mundo. Aprendi a identificar minhas potencialidades e fraquezas e, acima de tudo, a ter um olhar critico sobre tudo que me cerca. Sou um jovem consciente do que preciso fazer para dar minha parcela de contribuição para o desenvolvimento da sociedade.

Após concluir minha graduação, pretendo retornar o mais rápido possível ao Baixo Sul para poder contribuir de maneira ainda mais efetiva com o desenvolvimento da nossa região”.

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