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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Anderson Silva
Anderson Silva
A oportunidade de obter ainda mais conhecimento e ajudar a minha família, tornando-me um Técnico em Agropecuária, me impulsionou

Anderson Silva dos Santos, da comunidade Fazenda Café, Valença (BA), decidiu terminar o ensino médio por meio de uma formação contextualizada ao campo, com o ensino da Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN). A escolha foi, segundo o próprio, “a melhor coisa que poderia acontecer. Proporcionou uma mudança completa de vida”.

O jovem conheceu a CFR-PTN, que é apoiada pela Fundação Odebrecht através do Programa PDCIS, por meio de uma vizinha e estudante da unidade. O encanto foi imediato. “A oportunidade de obter ainda mais conhecimento e ajudar a minha família, tornando-me um Técnico em Agropecuária, me impulsionou”, afirmou. Apoiado pelo Programa Tributo ao Futuro – Novas Gerações, também coordenado pela Fundação, Anderson implantou 4 hectares de banana-da-terra e de abacaxi e passou a utilizar novas técnicas de adubação e plantio. “Perdíamos muitas colheitas por não saber a forma correta de trabalhar com os cultivos. Com meus aprendizados, sabemos agora como fazer, porque fazer e até como mensurar os nossos resultados”, disse.

Segundo o pai, Manoel dos Santos, o jovem trouxe não só benefícios para a família, mas também para os vizinhos, pequenos produtores: “Tive resistência no início, mas vi que tudo o que ele nos ensinou foi importante para a nossa produtividade. E a comunidade enxergou isso e vem pedir o apoio dele também. Isso é muito bom, pois quando ele compartilha o que sabe, acaba aprendendo ainda mais”. Antes da entrada de Anderson na CFR-PTN, a área da família, composta por cinco filhos, era de apenas 0,5 hectares. “Era muito pouco, não tínhamos como viver apenas daquilo”. Hoje, os 4,5 hectares rendem ótimos resultados e são comercializados por meio da Cooperativa de Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan), instituição apoiada pela Fundação.

“Quando iriamos imaginar que teríamos assistência técnica para a nossa terra? Estamos muito felizes, pois recebemos orientações e plantamos de uma forma que dá certo, traz renda. Sabemos até quanto vale cada planta nossa, se vamos lucrar ou ter algum prejuízo”, comentou Ana Lúcia da Silva, mãe de Anderson, ao falar sobre a cooperativa e o ensino qualificado do filho. Para o adolescente, futuro empresário rural, essa transformação, percebida no olhar da família e da comunidade, é o que faz com que ele busque um caminho cada vez mais promissor. “Essa minha área representa tudo para mim. Sei que com os resultados obtidos, posso comprar novas terras e ir melhorando sempre. Daqui não saio mais”, concluiu.

Conheça a história de outros jovens apoiados

Todos os dias, Necildo Silva, 27 anos, acorda antes das 5h da manhã para se dirigir ao seu local de trabalho. Pouco mais de 50 minutos de viagem separam os municípios baianos de Santo Antônio de Jesus e Presidente Tancredo Neves, onde ele atua como assistente educador na Cooperativa de Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan).

Durante o deslocamento ele aproveita para ler e se atualizar sobre os temas relacionados a sua atividade e planejar as próximas ações. “Sinto-me honrado por servir aos agricultores. Torná-los mais compromissados e disciplinados é um dos meus desafios diários”, assegura Necildo. Em sua rotina, o jovem compartilha as melhores técnicas para manejo de solos, além dos mais diversos cultivos.

Formado em 2010 no curso técnico em agropecuária pela Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN), ele conta que antes de ingressar na instituição não tinha perspectivas de viver da agricultura. “Com o tempo, tudo mudou e percebi que precisava mostrar para outras pessoas a importância de permanecermos no campo”, diz.

Ao finalizar os estudos, o primeiro passo foi se tornar um dos associados da Coopatan. “No segundo ano comecei a cultivar abacaxi, aipim e banana tipo terra na propriedade da minha família. Precisava do apoio para escoamento da produção e hoje minha renda somente com esses plantios é de R$ 1.300”.

A vontade de compartilhar os conhecimentos e contribuir com a mudança na vida de outras pessoas fez com que Necildo iniciasse sua atuação como assistente educador na Cooperativa. Desde então, seu objetivo é transmitir os aprendizados e técnicas agrícolas aos que não tiveram oportunidade de uma educação diferenciada no campo.

A rotina do agricultor e as contribuições para o desenvolvimento da região não chegam ao fim quando ele retorna para sua casa. A cada quinze dias, o jovem participa das reuniões da associação de moradores da comunidade do Calumbí 2, em Presidente Tancredo Neves. “Este é mais um momento de interação e troca de experiências com agricultores que também nos ensinam muitas coisas”, completa.

A CFR-PTN e Coopatan são instituições que fazem parte do Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade (PDCIS), da Fundação Odebrecht.

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