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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
André Carlos Santos
André Carlos Santos
Construindo um sonho

Nascido na comunidade Quilombola de Lagoa Santa, em Ituberá, e filho de agricultores, André Carlos Conceição dos Santos, 23 anos, conheceu a Casa Familiar Agroflorestal em 2006, por meio do apoio de seu tio, que, na época, era presidente da associação comunitária e o convidou para uma reunião onde seria apresentado um projeto para criar uma Casa Familiar.

Conheça a história do jovem André:

Após o encontro, tomei a iniciativa de fazer parte do projeto, pois era um dos meus sonhos. Muitas pessoas ficaram receosas com essa minha decisão. Na primeira semana de alternância na Casa, percebi que minha escolha era a mais correta. Dessa forma, adquiri conhecimento e aprendi a importância de ser um agente do desenvolvimento de minha própria comunidade.

Participei de diversos projetos como o Programa de Desenvolvimento de Jovens Talentos Protagonistas, Comunicadores Voluntários e Círculos de Leitura e, em setembro de 2008, comecei um estágio na Cooperativa das Produtoras e Produtores Rurais da Área de Proteção Ambiental do Pratigi. Na mesma época, passei no vestibular e hoje estou cursando o 5° semestre de Administração. Já participei de eventos como a II Jornada Nacional de Jovens do Meio Rural, em Brasília, e o I Seminário de Turismo das Comunidades Quilombola, em São Paulo. Atualmente, estou atuando na área financeira e contábil do Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Baixo Sul da Bahia (Ides).

Estou muito feliz em fazer parte do projeto e penso que os jovens se tornam protagonistas quando lhe apresentam oportunidades. E é isso o que a Fundação Odebrecht tem feito: acreditar que somos capazes de olhar o mundo com uma visão diferente.

Conheça a história de outros jovens apoiados

Nascido na comunidade Quilombola de Lagoa Santa, em Ituberá, e filho de agricultores, André Carlos Conceição dos Santos, 23 anos, conheceu a Casa Familiar Agroflorestal em 2006, por meio do apoio de seu tio, que, na época, era presidente da associação comunitária e o convidou para uma reunião onde seria apresentado um projeto para criar uma Casa Familiar.

Conheça a história do jovem André:

Após o encontro, tomei a iniciativa de fazer parte do projeto, pois era um dos meus sonhos. Muitas pessoas ficaram receosas com essa minha decisão. Na primeira semana de alternância na Casa, percebi que minha escolha era a mais correta. Dessa forma, adquiri conhecimento e aprendi a importância de ser um agente do desenvolvimento de minha própria comunidade.

Participei de diversos projetos como o Programa de Desenvolvimento de Jovens Talentos Protagonistas, Comunicadores Voluntários e Círculos de Leitura e, em setembro de 2008, comecei um estágio na Cooperativa das Produtoras e Produtores Rurais da Área de Proteção Ambiental do Pratigi. Na mesma época, passei no vestibular e hoje estou cursando o 5° semestre de Administração. Já participei de eventos como a II Jornada Nacional de Jovens do Meio Rural, em Brasília, e o I Seminário de Turismo das Comunidades Quilombola, em São Paulo. Atualmente, estou atuando na área financeira e contábil do Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Baixo Sul da Bahia (Ides).

Estou muito feliz em fazer parte do projeto e penso que os jovens se tornam protagonistas quando lhe apresentam oportunidades. E é isso o que a Fundação Odebrecht tem feito: acreditar que somos capazes de olhar o mundo com uma visão diferente.

Muitos foram os programas apoiados pela Fundação Odebrecht que Emanuel Ribeiro Filho participou. Mas muitos são os que ele ainda está envolvido. Determinado, ativo e batalhador, Emanuel está morando em Salvador para cursar Psicologia, realizando assim um grande sonho. “Pretendo retornar o mais rápido ao Baixo Sul para poder contribuir de maneira ainda mais efetiva com a região”, afirma. Conheça sua história:

“Iniciei minha participação nos projetos da Fundação Odebrecht, através do Programa Aliança com o Adolescente pelo Desenvolvimento Sustentável no Nordeste, em 2002, então com 15 anos. Por ser presidente do grêmio estudantil da minha escola, fui convidado para participar da Inclusão Qualificada que selecionaria jovens para participarem do Programa de Formação de Adolescentes Protagonistas (PFAP).

Após alguns meses de formação, fui convidado para estagiar na Área de Protagonismo Juvenil do Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Baixo Sul (Ides), onde atuei durante todo o ano de 2003, tanto na Área Pedagógica quanto na Área Administrativo-Financeira. Além do PFAP, participei também do Programa Jovem Empreendedor (PJE).

Em 2005, mudei-me para Salvador, pois sempre tive o sonho de cursar Psicologia e, no Baixo Sul da Bahia, este curso não é oferecido. Estou no 7º semestre e conto com a colaboração do Programa de Bolsas Estudantis do Ides/Kellogg, que contribui com parte das minhas despesas acadêmicas.

Iniciei um estágio na própria Fundação Odebrecht, na Área de Protagonismo Juvenil, apoiando a sistematização das ações de alguns projetos. Participo também do Programa de Jovens Talentos Protagonistas, uma ação conjunta da Fundação Odebrecht e do Ides.

Nessa caminhada, amadureci bastante. Toda a formação que recebi contribuiu e continua contribuindo para minha visão de mundo. Aprendi a identificar minhas potencialidades e fraquezas e, acima de tudo, a ter um olhar critico sobre tudo que me cerca. Sou um jovem consciente do que preciso fazer para dar minha parcela de contribuição para o desenvolvimento da sociedade.

Após concluir minha graduação, pretendo retornar o mais rápido possível ao Baixo Sul para poder contribuir de maneira ainda mais efetiva com o desenvolvimento da nossa região”.

"Eu diria que essa experiência representou uma virada de consciência em minha vida”. É desta maneira que Timóteo Liberato de Mattos, 28 anos, resume sua passagem pelos projetos apoiados pela Fundação Odebrecht.

Em 1995, ele participou do Prêmio Fundação Odebrecht - O Adolescente por uma Escola Melhor. “Em parceria com um colega de escola, Luciano dos Santos, fui terceiro colocado no Prêmio, cuja temática foi projetos que buscavam melhorar a qualidade da educação no Brasil”. O prêmio estimulava aos adolescentes para o uso de sua criatividade, sua linguagem e sua visão de mundo na elaboração de ações e materiais educativos. Viabilizou a execução do projeto Corrente pra Frente e a produção do kit Brasil “Treta” ou Tetracampeão.

Veja o depoimento de Timóteo:

Meu projeto teve por objeto a implantação de uma rádio estudantil, que veiculasse programas relacionados com a vida de estudante e temas correlatos, próprios do educando.

Eu diria que essa experiência representou uma virada de consciência em minha vida. Ainda na fase de elaboração, apresentou-me a um mundo completamente novo, onde era possível descortiná-lo e pensá-lo, e melhor, tentar mudá-lo. À época tinha 15 anos, e devo à Fundação Odebrecht a oportunidade proporcionada de enveredar pelos problemas que assolavam nosso sistema educacional e meditar, sobre como poderia contribuir para remediar essa chaga social.

Se pudesse falar em rito de passagem em nossa sociedade urbana, diria eu que este foi o meu primeiro, dada a intensidade da virada que se operou em minha vida. Somou-se ao Prêmio, a participação, em virtude da colocação conquistada, no Encontro Nacional de Jovens (ENJ), que também foi uma experiência de maturação e crescimento de valor inestimável.

Se tivesse réguas pra medir experiências pessoais, poderia dizer que o prêmio e a o ENJ, me conferiram os centímetros que me faltavam pra ingressar no mundo, como cidadão despertado e um pouco mais crescido. Hoje, advogado formado, aos 28 anos, ainda lembro vivamente desses momentos, sobretudo no que eles significaram para o meu crescimento como pessoa e como cidadão”.

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