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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Arilan Trindade
Arilan Trindade
É um projeto que revolucionou a minha vida e que irá ajudar no futuro

Conheça a história de Arilan Trindade, de 17 anos. Ele é beneficiado pelo Programa Tributo ao Futuro, por meio do Projeto Trilhando Caminhos. As ações são realizadas pelo Instituto Direito e Cidadania - uma das instituições apoiadas pela Fundação Odebrecht.

Conheça a história de outros jovens apoiados

Rita de Cássia Clares de Lima, 25 anos, mora na cidade de Iguatu, no Ceará. Em 1999, ela participou da Aliança com o Adolescente pelo Desenvolvimento Sustentável no Nordeste, desenvolvendo um projeto de piscicultura junto com outros adolescentes da região. Hoje, Rita é coordenadora pedagógica do Insituto Elo Amigo e releva que todos os desafios que a vida lhe ofereceu contribuíram para seu crescimento profissional e pessoal. Acompanhe:

“Iniciei no Projeto Aliança com o Adolescente ainda nas suas primeiras ações de mobilização social, mais precisamente em outubro de 1999. A princípio, como a maioria dos adolescentes, não sabia ao certo o que me esperava, mas sempre tive muito interesse em participar de projetos que promovessem o meu desenvolvimento pessoal e por isso entrei de corpo e alma nas atividades.

Passei pela etapa de formação pessoal e montei uma unidade tecnológica na cadeia produtiva da piscicultura juntamente com outros adolescentes na região de Suassurana, distrito de Iguatu. Era um desafio pela intensidade das atividades e pela distância que tínhamos que percorrer para realizar o manejo dos peixes (cerca de 4 km de bicicleta).

Mas mesmo assim, não media esforços em realizar bem o trabalho e em tentar mostrar para os demais adolescentes do nosso grupo que ali poderia ser uma grande oportunidade nas nossas vidas, como tenho certeza que foi para mim. Por conta da facilidade de coordenação e compromisso com o trabalho, após pouco mais de um ano, fui convidada para assumir uma turma de adolescentes do Centro de Resultados (CR) Adolescentes Solidários do Instituto Elo Amigo. O convite mexeu muito comigo, pois eu passaria a formar outros adolescentes. Motivada pelo desejo de me desenvolver ainda mais, não hesitei e encarei o desafio.

A partir dessa experiência, recebi outro convite, desta vez do coordenador do CR Agroecologia Familiar e comecei, de forma bem mais intensa, a apoiar no desenvolvimento humano e sustentável da região. Sempre me dediquei para realizar um bom trabalho e sobretudo para fazer valer as oportunidades que a mim eram proporcionadas. Mais do que isso, sempre levei muito a sério o meu processo de desenvolvimento pessoal e profissional, buscando participar ativamente da construção metodológica e estratégica da nossa instituição.

Tal dedicação e empenho foi recompensado gradativamente com novos desafios. Passei a ser coordenadora pedagógica. Neste mesmo período, entre 2006 e 2007, ingressei na universidade e comecei a fazer o curso de Letras/Português, objetivando fortalecer a minha formação continuada e melhorar ainda mais a minha prática pedagógica junto ao Instituto Elo Amigo.

Todas essas etapas fizeram de mim uma jovem que, desde muito cedo, sabia o que queria para mim e para minha região. Tenho que ressaltar que toda a trajetória sempre foi repleta de bons desafios, sobretudo profissionais. O mais novo é o de coordenar o Programa da Agroecologia Familiar, extinto CR Agroecologia Familiar, projeto que, sem sombra de dúvida, me ofereceu e continua oferecendo as melhores oportunidades para meu crescimento pessoal e profissional”.

Em 1995, a Fundação Odebrecht, em parceria com o Centro de Referência Integral do Adolescente (CRIA) do Rio de Janeiro, apoiou a formação do grupo de teatro Os 13 Camaleões para apresentação da peça teatral “O Que Você Acha Disso Tudo?”, sobre adolescência, família e sexualidade. O grupo, formado por adolescentes cariocas, exibia seu trabalho para alunos e educadores de ONGs e escolas públicas municipais do Rio de Janeiro.

Michele Soares, hoje com 29 anos, participou do grupo e atuou na peça. “Além de fazer o que eu mais gostava, contracenar, eu podia levar a cultura e informação para muito jovens“, relembra. Acompanhe na íntegra seu depoimento:

“Quando adolescente, tive a oportunidade de conhecer e participar do projeto “O Que Você Acha Disso Tudo?”. O tema abordado estava relacionado à educação sexual. Trabalhávamos questões sobre doenças sexualmente transmissíveis e gravidez na adolescência, com o apoio e orientação do Centro de Educação Sexual (Cedus), Prefeitura do Rio de Janeiro e da Fundação Odebrecht. Nossas apresentações eram realizadas em escolas públicas e conversávamos sobre assuntos que ainda eram tabus na sociedade.

No “Os treze Camaleões”, além de fazer o que eu mais gostava, contracenar, eu podia levar cultura e informação para muito jovens, de idades entre 13 e 18 anos, que procuravam esse tipo de orientação e não tinham acesso. Foi uma experiência que fez me sentir muito importante. Contribuir com a formação desses adolescentes me realizou como pessoa. Essa é uma das melhores lembranças da minha vida.

Vivi muitos bons momentos dos quais jamais esquecerei, das pessoas que pude conhecer e dos projetos que pude participar. Infelizmente, a vida não permitiu que eu seguisse o teatro e tive que buscar outros caminhos. Atualmente, estou cursando uma faculdade e me dedicando à área de saúde”. 

Aos 28 anos, Demis Mota, cidadão de Eunápolis, é formado em Marketing e pós-graduado em Recursos Humanos. Há 11 anos, ele ingressava no Pacto do Sítio do Descobrimento pela Educação realizado em cinco municípios (Belmonte, Eunápolis, Porto Seguro, Prado e Santa Cruz Cabrália). O compromisso firmado era o de lutar para ter todas as crianças do sítio do descobrimento na escola até o ano 2000.

A participação de Demis neste projeto mudou sua vida. Acompanhe:

“Ao ingressar no Pacto do Sítio do Descobrimento pela Educação, pude entender realmente o quanto a educação é importante para o desenvolvimento da cidade e do cidadão.

Durante o programa, percebi que era uma liderança. Criamos um grupo que se chamava Clube de Amigos Democráticos de Eunápolis e que tinha a função de ajudar aos mais necessitados arrecando cobertores e alimentos.

Éramos 25 jovens voluntários em busca de melhorias para o nosso município. Com a vinda da Fundação Odebrecht, tivemos oportunidades de trocar experiências. Com a passar do tempo, entendi realmente o papel do voluntariado e acabei descobrindo a força que tenho para poder lutar pela transformação da nossa realidade.

Em 2008, resolvemos não deixar perder tudo que vivemos e decidimos reunir todos os jovens que tiveram as mesmas experiências para o I Encontro de Jovens do Sítio do Descobrimento.

Construímos uma nova proposta e criamos o Instituto AMEX (Agentes Multiplicadores de Experiências), onde nos reunimos e passamos para outros jovens as experiências que vivemos e assim vamos descobrindo novos líderes juvenis.

No Pacto do Sítio, aprendi a dividir emoções, compartilhar problemas, rir e chorar, além de ter alcançado um crescimento pessoal”.

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