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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Arilan Trindade
Arilan Trindade
É um projeto que revolucionou a minha vida e que irá ajudar no futuro

Conheça a história de Arilan Trindade, de 17 anos. Ele é beneficiado pelo Programa Tributo ao Futuro, por meio do Projeto Trilhando Caminhos. As ações são realizadas pelo Instituto Direito e Cidadania - uma das instituições apoiadas pela Fundação Odebrecht.

Conheça a história de outros jovens apoiados

Segundo pesquisa do Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (Nead), do Ministério do Desenvolvimento Agrário, cerca de 84% dos jovens agricultores brasileiros não trocariam a vida rural por uma oportunidade de trabalho nas grandes cidades. Esse número, crescente a cada ano, é uma realidade para os irmãos Claudilson e Kaliane Silva Santos, moradores da comunidade de Mata do Sossego, Igrapiúna (BA). Estudantes do curso de Educação Profissional Técnica em Agronegócio integrado ao Ensino Médio da Casa Familiar Rural de Igrapiúna (CFR-I), eles levam conhecimentos para a família e começam a planejar o futuro como empresários rurais na região em que vivem.

Com uma educação contextualizada ao campo, vivenciada por meio da Pedagogia da Alternância - onde o jovem passa uma semana em período integral na instituição de ensino e duas na propriedade da família, aplicando os novos conhecimentos - os estudantes precisam ter disciplina e foco para a realização das atividades. Para Claudilson, “uma das coisas mais importantes que aprendemos na CFR-I é o planejamento. Temos metas de estudo e estabelecemos prioridades”. Essa organização, de acordo com os pais dos jovens, Dona Zenilda e Seu Claudio, é o que vem fazendo a diferença em suas vidas na agricultura. Além disso, segundo Kaliane, as técnicas ensinadas permitem alcançar resultados melhores em produtividade. “Com o ensino sobre o manejo dos perfilhos de pupunha, a compostagem para produção de adubo orgânico, melhoramos nossa produção e ainda influenciamos positivamente muitas pessoas na comunidade a trabalhar da melhor forma”, afirmou.

A família possui três hectares de palmito de pupunha, beneficiado e comercializado pela Cooperativa dos Produtores de Palmito do Baixo Sul da Bahia (Coopalm), com produção média anual de 16 mil hastes por hectare. O cultivo é o principal meio de sustento e foi o que, segundo Seu Claudio, garantiu a sua sustentabilidade na zona rural. “Antes, eu trabalhava nas propriedades dos outros. Hoje, tenho minha própria terra e uma renda garantida todo mês”, disse. A família também tem uma área de cacau e uma horta idealizada e mantida pelos irmãos, que serve para consumo e complemento da renda. Tudo realizado, segundo Seu Claudio, “em conjunto”.

Quando perguntados sobre o futuro, os jovens irmãos já sabem aonde querem estar: no mesmo lugar, mas como técnicos formados e engenheiros agrônomos. O sonho, que já está em construção por meio das oportunidades geradas pela CFR-I e Coopalm, instituições que fazem parte do Pacto de Governança da Fundação Odebrecht através do PDCIS - Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade, é perceptível na fala de Kaliane: “Não vou mais parar de estudar e quero ajudar a desenvolver cada vez mais a minha região, ao lado da minha família”. 

“Eu era um adolescente sem perspectiva de futuro e hoje consigo contribuir com o crescimento da minha família e das comunidades locais”, conta José Renildo Correia, 19 anos. Para ele, essa mudança é resultado do seu aprendizado na Casa Familiar Agroflorestal (Cfaf), onde ingressou três anos atrás. O morador da comunidade São Benedito, em Nilo Peçanha (BA), conheceu a instituição de ensino por meio de sua mãe, que o incentivou a participar da seleção.

O jovem está no 3º ano do Curso de Educação Profissional Técnico em Florestas integrado ao Ensino Médio e é um dos idealizadores do Projeto Protagonismo Juvenil, no qual oito estudantes da Cfaf promovem palestras, seminários e ações de reflorestamento para conscientização ambiental nas comunidades do município. “Além disso, realizamos limpeza de nascentes e rios, plantios de mudas de essências florestais e frutíferas, implantamos hortas em escolas e ao todo já foram envolvidas mais de mil pessoas”, afirma.

Além de atuar em conjunto com outros estudantes da Cfaf, o jovem desenvolve práticas produtivas na Fazenda Fonte da Prata em parceria com seu irmão, Jason Arquias, 17 anos, também estudante da Casa Familiar. Complementam a renda da família, o cultivo da banana em consórcio com culturas de ciclo curto (feijão e milho) e a implantação de um apiário – conjunto de colmeias utilizadas para criação de abelhas e colheita de mel ou polinização de culturas agrícola, que contribui com a reprodução de frutos e sementes. “Todas essas atividades aprendi ao longo desses anos”.

Quando questionado sobre o que pensa para o seu futuro, Renildo é claro: “Meu sonho é me desenvolver no que faço junto com meu irmão. Além disso, quero continuar disseminando conhecimento para as comunidades locais, ampliar o apiário e consolidar a parceria com meu irmão para continuarmos no campo”, finaliza.

A Cfaf é uma das instituições de ensino ligadas ao Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade do Mosaico de Áreas de Proteção Ambiental do Baixo Sul da Bahia (PDCIS), fomentado pela Fundação Odebrecht em parceria com instituições públicas e privadas, nacionais e internacionais. 

Desde pequeno, Robenilson Jesus dos Santos, morador da comunidade do Pítia, município de Presidente Tancredo Neves (BA), gostava de ajudar o pai na agricultura. Aos 16 anos, quando ingressou na Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN), viu que poderia, efetivamente, contribuir com a sua família por meio do trabalho no campo. A unidade de ensino oferece o curso profissional técnico em agropecuária integrado ao Ensino Médio e faz parte do Pacto de Governança do Programa PDCIS, da Fundação Odebrecht.

Em 2013, no seu segundo ano de formação na CFR-PTN, o jovem foi um dos nove estudantes selecionados para o Programa Iniciação Científica Júnior, realizado por meio de uma parceria da instituição com a Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. “Ser pesquisador foi um grande incentivo para mim, pois com esse projeto pude identificar novas variedades de mandioca, mais resistentes. Isso serviu de estímulo para minha família e vizinhos continuarem plantando essa cultura”, acredita. Sua pesquisa teve duração de um ano e foi voltada para o controle da mosca branca na mandioca. “Na CFR-PTN também aprendi a forma correta de produzir aipim e banana-da-terra, por meio das aulas teóricas e práticas. No terceiro ano de formação, já tinha uma renda média mensal de R$ 1 mil e 9,7 hectares de plantação”, ressalta.

Foi então em 2014, seu último ano na Casa Familiar Rural, que Robenilson recebeu recursos do Fundo de Acesso à Terra (FAT) para adquirir 15 hectares de área para aumentar a sua produção. “Estou muito feliz por ter sido beneficiado ainda em formação”, comemora. Até então, apenas jovens empresários rurais já formados na Casa Familiar Rural tinham sido beneficiados com o FAT. Radiante com a oportunidade, Robenilson tornou-se associado da Coopatan e, com 20 anos, quer multiplicar seus conhecimentos e se tornar uma referência para sua comunidade. “Hoje penso no futuro com uma visão diferente. Tenho o desejo de manter minha propriedade rural sustentável como um exemplo e quero permanecer no campo com qualidade de vida”, diz.

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