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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Edivanio Silva
Edivanio Silva
Espírito de servir é marca de jovem protagonista

“Protagonismo Juvenil é pensar na comunidade”. Em poucas palavras e com muita seriedade, o jovem Edivanio Silva, 25 anos, define o que significa para ele ser um jovem protagonista de seu destino. Estudante do último ano de Administração, Edivanio participou de diversos projetos apoiados pela Fundação Odebrecht, na região do Baixo Sul da Bahia, durante a realização do Programa Aliança com o Adolescente pelo Desenvolvimento Sustentável do Nordeste, entre os anos de 1999 e 2002.

“A principal mudança em minha vida foi adquirir essa visão. Depois de participar do projeto ‘Conhecendo o Baixo Sul’ comecei a entender e exercer meu papel como cidadão”, conta Edivanio, que nasceu no município de Feira de Santana e se mudou, ainda criança, para Presidente Tancredo Neves.

Após sua passagem pelos projetos da Aliança, Edivanio fez estágio no Instituto Direito e Cidadania, uma iniciativa integrada ao Programa de Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Baixo Sul – DIS Baixo Sul. “Lá tive os primeiros contatos com a Tecnologia Empresarial Odebrecht [TEO] que, para mim, é uma filosofia de vida. Aprendi como é importante converter problemas em oportunidades. Acima de tudo, aprendi que o ato mais nobre de um ser humano é servir ao seu semelhante”.

Novos caminhos levaram o jovem a estagiar na Casa Familiar Rural (CFR) de Presidente Tancredo Neves. Muito trabalho e dedicação ajudaram-no a galgar espaços e alcançar a posição de responsável pela Organização Dinâmica da CFR. “Estou colaborando para fazer valer o que a TEO diz: formar talentos locais, potencializando-os para atingir novos desafios, ou seja, contribuindo com a formação de novos lideres”.

Conheça a história de outros jovens apoiados

Determinado. Assim Manoel dos Santos, 28 anos, se define. Formado em Pedagogia, ele assumiu, em julho deste ano, a direção da Casa Jovem, Oscip integrada ao Programa DIS Baixo Sul. Sempre preocupado com o desenvolvimento pessoal e social, ele afirma com segurança que, entre os amigos de escola, foi o único que conseguiu mudar a própria vida, a da família e de toda a comunidade. “Vencemos quando acreditamos que é possível”.

Manoel já atuou no Instituto Direito e Cidadania (IDC), apoiando a estruturação dos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente, bem como dos Conselhos Tutelares. Seu trabalho visava potencializar a profissionalização desses Conselhos, capacitando os integrantes para atuarem de forma eficiente e eficaz na defesa dos direitos da criança e do adolescente.

Sua trajetória na educação e formação de pessoas começou em 1999, ano em que participou do Programa Aliança com o Adolescente pelo Desenvolvimento Sustentável no Nordeste, realizado no Baixo Sul da Bahia com o apoio da Fundação Odebrecht. “A partir daí iniciei minha atuação enquanto jovem protagonista para promover o desenvolvimento da minha comunidade”.

Do Programa Aliança, Manoel destaca dois projetos que influenciaram diretamente sua vida – o Programa de Formação de Adolescentes Voluntários (Pfav) e o Conhecendo o Baixo Sul. O primeiro formou adolescentes protagonistas para atuarem como voluntários nos setores sociais básicos de suas comunidades, apoiando iniciativas por eles criadas e implementadas, enquanto o segundo realizou um amplo diagnóstico das características sócio-econômicas da região. “Atuei como articulador e mobilizador nas associações comunitárias. O que eu sou hoje, devo ao Pfav e ao Conhecendo o Baixo Sul porque nesses programas eu comecei a pensar no meu projeto de vida”.

Manoel afirma que tudo o que conquistou se deve ao fato de ter, em algum momento, definido um objetivo, o que o possibilitou a seguir em frente, sem se desviar da sua trajetória. Destaca que, em primeiro lugar, as pessoas devem saber o que desejam e acreditar que é possível e, a partir daí, mover montanhas para conseguir superar as dificuldades e vencer as barreiras.

“Não é fácil você sair de uma situação, seja ela qual for, e focar em objetivos, sonhos, resultados financeiros ou não. O que importa no final é que você está mudando a sua maneira de ver, de pensar, de agir. A gente deve pensar grande, de forma que todos saiam ganhando”.

De sorriso farto, no auge dos seus 17 anos, Eliana Batista expõe uma vaidade peculiar às meninas de sua faixa etária e esconde um segredo revelado apenas àqueles que visitam a propriedade em que vive com a família, na comunidade da Pimenteira, município de Camamu (BA): a paixão pelo campo. Aluna do terceiro ano da Casa Familiar Rural de Igrapiúna (CFR-I), a jovem decidiu ser agricultora e seguir os passos de seus pais, Benivaldo e Ana Batista. A CFR-I é uma instituição de ensino apoiada pela Fundação Odebrecht através do Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrando com Sustentabilidade (PDCIS).

Nos dias em que não está na Casa Familiar, ela acorda, toma café, revisa as tarefas escolares da irmã mais nova e, antes mesmo que os raios solares comecem a surgir, segue para o caminho da roça. “De tanto ouvir meus monitores falar que é possível sentir-se realizada no campo, decidi acreditar. Hoje, os momentos mais felizes da minha vida são quando estou ao lado da minha família, plantado e colhendo. Cada semente que brota da terra representa a realização dos meus sonhos”, diz.

Dedicada aos estudos, Eliana foi contemplada, em 2016, com um projeto educativo-produtivo de um hectare de pupunha. O apoio, que veio através do Programa Tributo ao Futuro - Novas Gerações, também da Fundação Odebrecht, foi encarado como um passo de superação. No período de implantação, ela mostrou sua força nas atividades agrícolas, surpreendendo até mesmo os educadores e a equipe técnica que a acompanham.

Orgulhosos, os pais não escondem a satisfação em ter uma professora dentro de casa, já que a filha repassa os conhecimentos adquiridos na CFR-I. “Não tive a oportunidade de ir à escola, mas ela veio até a mim. E, como bom aluno, procuro seguir as orientações que Eliana nos dá. Temos tido bons resultados por isso”, afirma Benivaldo. A família, que cultiva banana da terra, guaraná, seringueira, cacau e pupunha, trabalha em conjunto para que Eliana alcance voos ainda mais altos, como uma formação, no futuro, em Engenharia Agrônoma.

*Este perfil foi inspirado em texto escrito por Perivane Santos, Interlocutor de Comunicação da CFR-I

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