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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Edmilson da Silva
Edmilson da Silva
Um caminho possível

o ingressar no Centro de Formação Profissional Construir Melhor, Edmilson da Silva, 23 anos, encontrou sua oportunidade. O morador da comunidade Orobó, que assim como a unidade de ensino fica localizada em Valença (BA), está aprendendo na teoria e na prática o ofício de pedreiro. “Tenho facilidade nessa área. Observava o meu pai exercer essa atividade desde os 12 anos. Já trabalhei com ele, agora estou me profissionalizando”, conta.

Anteriormente, Edmilson atuava como diarista, realizando diversos serviços e nunca sabia ao certo quanto acumularia em um mês. Hoje, associado à Cooperativa da Construção Civil (Coonstruir) – instituição que reúne os aprendizes e os formados pelo Construir Melhor – é remunerado por produtividade. “Minha renda melhorou desde que comecei aqui. Chego a receber, em média, R$ 900 mensais. Isso como estudante. Quando estiver formado, acredito que vou ganhar ainda mais”, assegura. Durante os 18 meses de curso, o jovem passa uma semana na sala de aula aprendendo conceitos teóricos. Nas outras três, tem acesso a conhecimentos práticos no canteiro de obras, com acompanhamento de monitores, encarregados e engenheiros.

Uma de suas primeiras experiências foi a construção da sede do Construir Melhor – implantada com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em terreno doado pela prefeitura local. O aporte para a obra foi fruto do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira assinado em 2009 pelo BNDES e a Fundação Odebrecht. “Tenho muito orgulho de olhar e ver o que fiz. Isso aqui é uma grande oportunidade”.

Se antes Edmilson não costumava planejar os seus dias, agora idealiza seu futuro. “Quero continuar trabalhando e construir minha casa, montar uma empresa de construção civil e dar continuidade aos estudos”, revela. “Vamos levar daqui sabedoria e aprendizado. Construímos o sonho das pessoas, sinto orgulho disso”, reforça o jovem.

Conheça a história de outros jovens apoiados

Aos 28 anos, Demis Mota, cidadão de Eunápolis, é formado em Marketing e pós-graduado em Recursos Humanos. Há 11 anos, ele ingressava no Pacto do Sítio do Descobrimento pela Educação realizado em cinco municípios (Belmonte, Eunápolis, Porto Seguro, Prado e Santa Cruz Cabrália). O compromisso firmado era o de lutar para ter todas as crianças do sítio do descobrimento na escola até o ano 2000.

A participação de Demis neste projeto mudou sua vida. Acompanhe:

“Ao ingressar no Pacto do Sítio do Descobrimento pela Educação, pude entender realmente o quanto a educação é importante para o desenvolvimento da cidade e do cidadão.

Durante o programa, percebi que era uma liderança. Criamos um grupo que se chamava Clube de Amigos Democráticos de Eunápolis e que tinha a função de ajudar aos mais necessitados arrecando cobertores e alimentos.

Éramos 25 jovens voluntários em busca de melhorias para o nosso município. Com a vinda da Fundação Odebrecht, tivemos oportunidades de trocar experiências. Com a passar do tempo, entendi realmente o papel do voluntariado e acabei descobrindo a força que tenho para poder lutar pela transformação da nossa realidade.

Em 2008, resolvemos não deixar perder tudo que vivemos e decidimos reunir todos os jovens que tiveram as mesmas experiências para o I Encontro de Jovens do Sítio do Descobrimento.

Construímos uma nova proposta e criamos o Instituto AMEX (Agentes Multiplicadores de Experiências), onde nos reunimos e passamos para outros jovens as experiências que vivemos e assim vamos descobrindo novos líderes juvenis.

No Pacto do Sítio, aprendi a dividir emoções, compartilhar problemas, rir e chorar, além de ter alcançado um crescimento pessoal”.

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