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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Érica de Almeida
Érica de Almeida
Quero aprender como melhorar a vida dos meus pais, da minha comunidade e ajudar a transformar a nossa realidade

O que inspira Érica de Almeida, 14 anos, a ir atrás de um futuro melhor é a história de muitas mulheres da comunidade de Lagoa Santa, em Ituberá, onde vive. “Normalmente, elas se casam e não têm um trabalho próprio. Eu quero mudar isso, para que as pessoas saibam que a mulher não faz só o trabalho de casa. Podemos ser autônomas e ter a nossa própria renda”, revelou.

Para ajudar a transformar a realidade da família, tradicionalmente agricultora, ela quis entrar na Casa Familiar Rural de Igrapiúna (CFR-I). “Quero aprender como melhorar a vida dos meus pais, da minha comunidade e ajudar a transformar a nossa realidade”, explicou. Já como resultado das primeiras semanas na unidade de ensino, Érica implantou uma pequena horta na sua propriedade, da qual cuida com a mãe. “Na nossa área, também temos banana, guaraná, seringueira, cacau, mandioca... Dividimos o trabalho. Meu pai planta, eu ajudo a colher”, disse.

Entre os seus maiores sonhos, está o de não sair da zona rural e ser professora, além de ser dona da própria terra. “Em um futuro próximo, quero ser independente. É por isso que as meninas estão vindo mais estudar aqui, para conquistarem tudo o que quiserem”, afirmou.

Conheça a história de outros jovens apoiados

Com apenas 14 anos, o jovem João Joaquim de Melo, morador da comunidade de Ouro Preto, localizada no município de Presidente Tancredo Neves (BA), já está liderando seu primeiro projeto na propriedade da família: o cultivo de dois hectares de abacaxi. A atividade integra a formação na Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN), onde cursa o 1º ano de formação Técnica em Agropecuária integrada ao Ensino Médio.

João conta que encontrou motivação para permanecer na zona rural por influência do seu irmão mais velho, Jailton de Melo, 24 anos, também formado na unidade de ensino. “Pelo exemplo ele me fez acreditar na agricultura e mostrou que o homem do campo tem valor e pode viver de forma digna sem sair do seu local de origem”.

Todos trabalham no projeto produtivo do jovem e nos mais de 40 hectares de mandioca, abacaxi, cacau e banana cultivados pela família. Seu pai, João de Melo, está associado à Cooperativa de Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan). Assim como a CFR-PTN, a Coopatan está ligada ao Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade do Mosaico de Áreas de Proteção Ambiental do Baixo Sul da Bahia (PDCIS), fomentado pela Fundação Odebrecht com o apoio de parceiros públicos e privados.

Com o destino certo para escoar sua produção, já que a cooperativa comercializa para redes de supermercado em toda a Bahia, a renda média da família pode chegar a mais de R$ 5 mil por mês. Com seus novos aprendizados, o jovem João acredita que pode complementar e enriquecer os resultados já obtidos pela família e ainda contribuir com o crescimento da comunidade. “A técnica é importante para melhorar nosso desenvolvimento. Juntando nossas forças podemos ir mais longe”, diz.

Para seus pais, João e Avelina de Melo, os filhos são motivo de orgulho. “Eles compartilham o que aprendem com produtores e nos mostraram uma nova forma de trabalhar”, ressalta o agricultor João Melo.

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