Apoie Nossa Causa

Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Helceres Reis
Helceres Reis
Estou vendo o mundo de outra forma

Conheça a história de Helceres Reis, de 17 anos. Ela é ex-aluna da Casa Familiar das Águas, apoiada pela Fundação Odebrecht, e foi beneficiada pelo Programa Tributo ao Futuro, por meio do Projeto de Formação de Adolescentes Futuros Empresários Rurais. Hoje, é uma empresária aquícola.

Conheça a história de outros jovens apoiados

Os amigos de Maria Celeste Pereira, 24 anos, garantem que ela carrega o mesmo brilho no olhar de oito anos atrás, quando ela participava do programa Jovem Raiz, apoiado pela Fundação Odebrecht no município de Presidente Tancredo Neves, Baixo Sul da Bahia. De onde vem tanta energia? Celeste conta que, ao participar desta iniciativa, percebeu que sonho que não se busca não passa de sonho.

“Nos encontros, falávamos de motivação e força de vontade. Esse conhecimento não se encontra em uma sala de aula comum. As pessoas me ouviam. Foi quando decidi que iria enfrentar todas as barreiras em nome dos meus ideais.” Não foi fácil. Celeste saiu da casa dos pais, na zona rural, para cursar uma faculdade, que concluiu como aluna bolsista. Trabalhou na Cooperativa de Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan) e também como professora.

Hoje, ela é pedagoga e coordenadora do Instituto Direito e Cidadania, projeto integrado ao Programa DIS Baixo Sul. “Tudo que vivi foi fundamental para o desenvolvimento da minha capacidade de liderança. Conheci a mim mesma e passei a ter uma consciência social. Acredito que isso é ser um jovem protagonista. Saber onde se quer chegar e como chegar, intervindo para mudar a realidade e tendo compromisso com as futuras gerações.”

Celeste destaca a importância da Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO) na construção de seus valores. “Quem lê com sensibilidade e abertura, aprende muito e a vida muda, tanto a profissional quanto a pessoal. Isso porque muda-se o olhar, como enxergar o mundo”, finaliza.

A administradora Maria do Carmo Oliveira, 28 anos, participou do projeto Pacto do Sítio do Descobrimento pela Educação em 1997. Ela contou sua história na página especial sobre os 20 anos de Protagonismo Juvenil. Confira:

“Em 1997, estava-se implantando na minha região o Programa Pacto do Sitio do Descobrimento pela Educação que contemplava os seguintes municípios: Prado, Eunápolis, Porto Seguro, Santa Cruz de Cabrália e Belmonte. Eu estava com 16 anos, vivendo uma adolescência pacata e sem perspectiva de crescimento, visto que morava em Belmonte, uma cidade com o tecido social muito forte, porém pequena e sem muitas novidades. Daí, conheci o programa e comecei a fazer parte deste.

Nesse processo, me tornei uma liderança jovem e montei, junto a outros jovens, a Legião Belmontense pela Educação (LBE), grupo formado por uma média de 30 adolescentes/jovens. Era um grupo que trabalhava com o foco no resultado humano, que tinha na educação a arma para o sucesso desses jovens voluntários. Como todo adolescente, tive muitos conflitos, os quais me fizeram crescer. Com a Fundação Odebrecht, tive várias oportunidades de crescimento pessoal e social, conheci outros jovens e localidades diferentes e, o mais importante, me ensinaram a traçar o meu projeto de vida.

Vivi muitas experiências bacanas e ao findar o programa, em 2000, seguindo o meu projeto de vida, vim morar em Porto Seguro. Ingressei na faculdade de Administração com Habilitação em Marketing e entrei no mercado de trabalho sendo Educadora Ambiental, em uma ação com crianças de 7 a 14 anos, quando pude multiplicar as minhas experiências. Em seguida, passei a atuar como Educadora Social, com grupos de jovens de 15 a 17 anos, e nessa caminhada também conquistei alguns espaços como instrutora de qualificação profissional, trabalhando em comunidades indígenas.

Percebi que não podia deixar de retomar as atividades que aprendi a fazer tão bem no Pacto pela Educação. Resolvi resgatar os jovens do projeto e os mobilizei. Organizei um encontro o qual demos o nome de “I Encontro de Jovens Multiplicadores do Sítio do Descobrimento” com o seguinte objetivo: reencontrar e dividir o desejo de continuar um novo grupo, com uma filosofia melhorada, avaliando os pontos positivos e negativos do Pacto para nós. O resultado foi fantástico. Conseguimos montar um documento e criamos o Instituto Agentes Multiplicadores de Experiências (Amex) que atua nos cinco municípios, replicando as experiências da época do Pacto, porém com um grupo de jovens com formações diferenciadas, o que enriquece o trabalho. Esse grupo, hoje, se reúne mensalmente para planejamento das ações.

Atualmente, sou Conselheira Tutelar e também faço parte da Associação de Mulheres em Ação (MEA). Além disso, estou fazendo pós-graduação em Arte-Educação”.

No caderno de Gustavo Nascimento, 15 anos, fórmulas matemáticas dividem espaço com anotações sobre horticultura e administração rural. E quando não está adquirindo novos conhecimentos teóricos, é no campo, com aulas práticas, que o seu aprendizado vem sendo fortalecido. A formação é oferecida pela Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN) com o curso de Formação Técnica em Agropecuária integrado ao Ensino Médio.

“Um dos diferenciais da escola é a visão empresarial para o futuro", explica Quionei Araújo, Diretor da unidade de ensino. Por isso, ele ressalta a importância de combinar a teoria, a prática e a visão de negócio, contextualizadas à realidade da zona rural, e, sobretudo, potencializar os valores sociais e ambientais. “Estou conseguindo enxergar a agricultura, que é a base da minha família, com uma visão diferente. É um ensinamento muito bom, que já está fazendo a diferença na minha vida”, conta o estudante, filho de pequenos produtores da comunidade de Nova Esperança, em Wenceslau Guimarães (BA).

Com o incentivo da Casa Familiar e de projetos como o de Formação de Adolescentes Futuros Empresários Rurais, apoiado via Programa Tributo ao Futuro, da Fundação Odebrecht, Gustavo já começa a assumir responsabilidades como agricultor. “Tenho o meu próprio projeto produtivo, onde posso aplicar o que aprendo e ainda gerar lucro, podendo reinvestir para próximas colheitas”, afirma. O adolescente planta banana-da-terra e mandioca em uma área de dois hectares. Segundo Araújo, a atividade estimula uma "cultura rural empreendedora, com foco na geração de trabalho e renda buscando dessa forma a permanência dos adolescentes no campo e o desenvolvimento local e regional sustentável”.

A CFR-PTN é apoiada pela Fundação Odebrecht através do Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade (PDCIS). A atuação está concentrada em 11 municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano, onde vivem 285 mil pessoas.

Receba nossas novidades:
Basta informar seu nome e melhor e-mail!
preload
2018 - 2019. Fundação Odebrecht. Todos os direitos reservados.
Produzido por: Click Interativo - Agência Digital