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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Joivan dos Santos
Joivan dos Santos
Meus pais tiveram resistência em aceitar as novidades que trago da Casa Familiar

A agricultura familiar pode parecer simples na nomenclatura, mas a sua atividade econômica vem ganhando forças no abastecimento interno do país. É o que mostra alguns dados do Ministério da Agricultura, que a aponta como responsável por 70% dos produtos rurais que estão na mesa dos brasileiros. Na Bahia, a produção de farinha, por exemplo, atinge a marca de 91%.

Em Presidente Tancredo Neves, uma família de produtores rurais trabalha em conjunto para o fortalecimento da agricultura na sua região. Na propriedade de 6 hectares de Dona Miralva e Seu Vanderley dos Santos, a produção de banana-da-terra, aipim e mandioca é cultivada com a ajuda do filho Joivan dos Santos. O jovem de 18 anos estuda na Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN), instituição apoiada pela Fundação Odebrecht, e aprende novas tecnologias e formas sustentáveis para auxiliar o desenvolvimento das plantações. Mas, segundo ele, sua contribuição só foi reconhecida aos poucos. “Meus pais tiveram resistência em aceitar as novidades que trago da Casa Familiar. Hoje, eles notam a diferença que certas ações podem fazer em nossa produção agrícola”, conta orgulhoso.

Miralva, a mãe, não esconde que o trabalho em conjunto com o filho agregou em termos de qualidade dos produtos e de informação sobre as novas tendências da agricultura. “Ficamos cientes do que há de mais eficiente para cada tipo de cultivo. Todos participam e, juntos, estamos construindo um futuro muito promissor”, afirma. Ela é associada à Cooperativa de Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan), que beneficia e agrega valor aos produtos da família, garantindo uma renda segura todo mês.

Conheça a história de outros jovens apoiados

Dos 16 anos já vividos por Vitória Souza Santos, sete foram assistindo sua família a construir uma vida digna e feliz no campo, por meio da agricultura. Desde 2008, o pai, Vitor Santos, cultiva palmito de pupunha e o beneficia e comercializa por meio da Cooperativa dos Produtores de Palmito do Baixo Sul da Bahia (Coopalm), da qual é associado. Com o exemplo, que veio também do irmão agricultor, formado em 2012 pela Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN), a jovem começa a ajudar a família a expandir a produção e a buscar novos rumos.

Vitória é aluna do segundo ano de formação da CFR-PTN, instituição de ensino que faz parte do Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade – PDCIS, da Fundação Odebrecht. Lá, ela e os colegas aprendem sobre administração rural, cooperativismo, manejo de solo, irrigação, drenagem, além da matriz curricular do Curso Técnico Profissional Integrando ao Ensino médio.

No meio de um caminho de três anos do aprendizado contextualizado, Vitória já começa a produzir os seus próprios cultivos em seu Projeto Educativo-Produtivo de mandioca e banana-da-terra. “Sou muito feliz por estudar em um local onde posso colocar em prática cada passo aprendido com nossos próprios projetos. Esse conhecimento é também levado aos meus pais e a minha comunidade”, conta. Após a formação, ela poderá cooperar-se à Cooperativa de Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan) e agregar valor à sua produção.

Com a evolução da filha, Seu Vitor já planeja apostar também nesses novos cultivos. “Além do palmito de pupunha, estamos começando a pensar na mandioca e banana-da-terra, já que são os cultivos que ela está produzindo. Quem sabe também não começamos a plantar abacaxi?”, afirma. Segundo o pai, mesmo com o pouco tempo de Vitória na instituição, ela já o ensina novas técnicas e mostra que tem vocação para o trabalho no campo. Para Quionei Araújo, Diretor da CFR-PTN, essa interação entre os pais e filhos agricultores é fundamental. “Quando o jovem permanece com sua família, ela se desenvolve junto com ele e todos ganham”, diz.

Elisangela Costa Santos, 18 anos, é da comunidade de Lagoa Santa, município de Ituberá (BA). Aluna do 2º ano de formação da Casa Familiar Agroflorestal (Cfaf), ela entrou na instituição após ver o exemplo de amigos que já estudaram lá. Para ela, o primeiro ano de formação já foi um grande divisor de águas em sua vida, um mundo repleto de novidades e conhecimento. “Comecei a ver a forma de lidar com o solo e, através de uma pesquisa realizada na minha comunidade, descobri os reais problemas do local. Com esses dados, apresentei meu primeiro seminário rural, onde toda a comunidade participou”, disse.

Os ensinamentos da Casa Familiar também estão sendo postos em prática por meio de uma horta. “Implantei um projeto de hortaliças, onde aplico as técnicas adquiridas. Como é totalmente orgânica, consigo consumir os alimentos que produzo, que são de qualidade, e até vendo para minha comunidade. Todos adoram!”.

Preocupada com o meio ambiente, Elisangela também promove ações multiplicadoras visando melhorias para os rios, as matas ciliares e recuperação de áreas degradadas. “Busco sempre ajudar os pequenos agricultores a melhorar a produtividade de forma sustentável”, disse. Na instituição de ensino, a jovem participa do curso de apicultura, como forma de ajudar os vizinhos e como plano para o futuro. “Tenho a oportunidade de levar para minha comunidade os benefícios que as abelhas trazem aos seres humanos. Pretendo implantar em minha propriedade o cultivo e ser uma apicultora bem-sucedida e protagonista”, concluiu.

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