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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Josué de Jesus
Josué de Jesus
Informática e cidadania

Josué de Jesus tem 19 anos e é natural do município de Ituberá, região do Baixo Sul da Bahia. “Nasci e me criei em zona rural. Enfrentei alguns desafios, típicos da região, mas consegui concluir o meu curso técnico em Agropecuária e atualmente resíduo na cidade de Sooretama (ES), onde presto serviços à empresa Michelin”, resume Josué, em algumas palavras, a sua trajetória.

Ainda em Ituberá, Josué participou do projeto Informática e Cidadania, ligado ao Programa Aliança com o Adolescente. A iniciativa oferecia cursos de informática para estudantes carentes. “Os computadores e livros, que tive oportunidade de ler, me proporcionaram conhecer histórias e experiências fantásticas e me levaram a lugares maravilhosos”, conta.

Josué se lembra de detalhes, com a localização da escola que sediava as ações. “Recordo que o projeto Informática e Cidadania ficava em Ituberá, na entrada do Bairro Prainha II, à margem da BA 001, sentido Ituberá-Camamu. Gostaria de ratificar a contribuição que teve esse projeto para a minha formação como cidadão e profissional”.

O contato com a Fundação Odebrecht não cessou com o término das atividades do curso. O irmão de Josué estuda, atualmente, no Colégio Casa Jovem, na zona rural do município de Igrapiúna. O projeto leva educação de qualidade adaptada a realidade do campo para centenas de crianças e jovens. “Li algumas publicações da TEO (Tecnologia Empresarial Odebrecht), assisti a vídeos do programa DIS Baixo Sul e conheci algumas das iniciativas como a Cadeia Produtiva da Mandioca, da Pupunha e da Piscicultura”, concluiu.

Conheça a história de outros jovens apoiados

Os amigos de Maria Celeste Pereira, 24 anos, garantem que ela carrega o mesmo brilho no olhar de oito anos atrás, quando ela participava do programa Jovem Raiz, apoiado pela Fundação Odebrecht no município de Presidente Tancredo Neves, Baixo Sul da Bahia. De onde vem tanta energia? Celeste conta que, ao participar desta iniciativa, percebeu que sonho que não se busca não passa de sonho.

“Nos encontros, falávamos de motivação e força de vontade. Esse conhecimento não se encontra em uma sala de aula comum. As pessoas me ouviam. Foi quando decidi que iria enfrentar todas as barreiras em nome dos meus ideais.” Não foi fácil. Celeste saiu da casa dos pais, na zona rural, para cursar uma faculdade, que concluiu como aluna bolsista. Trabalhou na Cooperativa de Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan) e também como professora.

Hoje, ela é pedagoga e coordenadora do Instituto Direito e Cidadania, projeto integrado ao Programa DIS Baixo Sul. “Tudo que vivi foi fundamental para o desenvolvimento da minha capacidade de liderança. Conheci a mim mesma e passei a ter uma consciência social. Acredito que isso é ser um jovem protagonista. Saber onde se quer chegar e como chegar, intervindo para mudar a realidade e tendo compromisso com as futuras gerações.”

Celeste destaca a importância da Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO) na construção de seus valores. “Quem lê com sensibilidade e abertura, aprende muito e a vida muda, tanto a profissional quanto a pessoal. Isso porque muda-se o olhar, como enxergar o mundo”, finaliza.

O olhar otimista e o sorriso largo revelam uma faceta antes escondida de Ediálison Melo, 17 anos. Quem o vê pela primeira vez não imagina as transformações que ocorreram desde o ano passado, quando ingressou no Projeto Trilhando Caminhos, executado pelo Instituto Direito e Cidadania (IDC) – apoiado pela Fundação Odebrecht através do Programa PDCIS. Seu papel como jovem protagonista ganhou vida e os sonhos de ser um agente da mudança agora são reais.

“Eu era muito tímido, tinha medo de expressar minhas emoções. Passei a me conhecer melhor e pude perceber todos os meus valores”, afirmou. Essa nova forma de enxergar sua realidade foi estimulada pelas oficinas promovidas pelo Trilhando Caminhos, que contribui para firmar os princípios éticos, políticos e humanitários que facilitam o acesso do adolescente a novos espaços de participação social. A iniciativa nasceu em 2010 e é executada com recursos captados por meio do Programa Tributo ao Futuro, da Fundação Odebrecht.

Morador da comunidade de Serra do Sal, em Presidente Tancredo Neves (BA), Ediálison passou a fazer mais por aqueles que não tiveram as mesmas oportunidades que ele. “Minha visão de mundo está completamente diferente. E não olho só para mim, mas para os outros”, ressaltou. Junto com colegas, criou uma campanha solidária para arrecadação de alimentos para um lar de idosos. Também foi o responsável por levar informações relacionadas à saúde bucal para crianças de uma escola do seu município.

Segundo Neméia Aiêxa, Coordenadora do Projeto, o adolescente deixou a timidez de lado e hoje é um dos mais ativos em sala e na comunidade. “Ele sempre traz ideias criativas e colaborativas. Está sempre disposto a contribuir, com ações protagonistas e solidárias”. Decidido em cursar faculdade de Odontologia e com o sonho de apoiar crianças e idosos em situações de vulnerabilidade, o adolescente faz parte de uma geração cada vez mais crítica e cidadã. “Sinto-me orgulhoso em poder ajudar a sociedade. É algo muito gratificante para mim”, conclui.

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