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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Marcos Vinícius
Marcos Vinícius
Faço a diferença na minha comunidade

Morador da cidade de Maraú, Marcos Vinícius Santos, 27 anos, fez parte do Programa Aliança com o Adolescente pelo Desenvolvimento Sustentável no Nordeste, em 1999. Atualmente, é Turismólogo, professor concursado e faz parte do Conselho Municipal de Turismo, além de liderar o grupo de Jovens e Missionários da Igreja. Segundo Marcos, os conhecimentos que adquiriu durante sua passagem pela Aliança foram decisivos para se tornar quem é hoje.

Confira o depoimento deste jovem protagonista:

No primeiro contato com a equipe coordenadora, percebi que a proposta era rica e transformadora. A partir desse dia, tive a certeza de que não seria mais o mesmo. O conhecimento que o Programa Aliança com o Adolescente arraigou em nossas vidas foi e está sendo muito útil. Coloco-me na terceira pessoa, pois tenho contato com quase todos os jovens que participaram desta iniciativa. Precisávamos de uma orientação que nos desse suporte para externar nosso potencial de agentes protagonistas e foi exatamente o que encontramos.

Muitos estudos, viagens e oficinas foram realizadas. Nosso primeiro grande trabalho, o “Projeto Lixo no lugar Certo, Saúde para Maraú”, foi um sucesso. Conseguimos mobilizar todas as escolas da sede do município e cinco da zona rural com ações educativas.

Hoje, posso afirmar que faço a diferença na minha comunidade. Curso Geografia, sou professor concursado e faço parte do Conselho Municipal de Turismo, além de liderar o grupo de Jovens e Missionários na Igreja. Estou sempre engajado nas atividades culturais e sociais de Maraú. Acredito que a minha formação, enquanto cidadão, está sustentada em três bases: família, Programa Aliança com o Adolescente e Igreja.

Conheça a história de outros jovens apoiados

Jovem da primeira turma da Casa Familiar Rural de Presidente Tancedo Neves (CFR-PTN), Silenilda Oliveira dos Santos, 23 anos, mora na comunidade do Julião e hoje faz parte do quadro de colaboradores da Casa. Agradecida por conhecer a instituição, afirma que é muito feliz por contribuir para o crescimento daquilo que um dia foi um sonho.

Confira o depoimento dessa jovem protagonista:

A Casa teve e tem uma representação muito grande em minha vida. Talvez por eu ser mulher e filha de agricultores que não tiveram condições financeiras para investirem nos estudos. Meus pais se separaram quando eu tinha 10 anos. Por isso, tive que começar a trabalhar muito cedo para ajudar minha mãe.

Eu tinha muita dificuldade para me relacionar com outras pessoas. Assim como alguns jovens da Casa, pensava em concluir o ensino médio e ir para grandes cidades em busca de emprego. Porém, a Casa Familiar Rural me proporcionou algo diferente: ensinou a cuidar de mim, cuidar do que é meu, da minha família, da minha propriedade e até mesmo da minha comunidade.

Hoje faço parte do quadro de colaboradores da CFR-PTN e sou muito feliz, pois sei que estou contribuindo para o crescimento daquilo que um dia foi um sonho. Depois da convivência na Casa, passei a desenvolver meu lado profissional e a enxergar as pessoas à minha volta como importantes para meu crescimento. Estou cursando a Faculdade de Ciências Contábeis e quero continuar colaborando para o desenvolvimento da CRF-PTN e de outros jovens. E dessa forma, mostrar o que sei e o que posso fazer para melhor servir meu município e minha comunidade.

Os amigos de Maria Celeste Pereira, 24 anos, garantem que ela carrega o mesmo brilho no olhar de oito anos atrás, quando ela participava do programa Jovem Raiz, apoiado pela Fundação Odebrecht no município de Presidente Tancredo Neves, Baixo Sul da Bahia. De onde vem tanta energia? Celeste conta que, ao participar desta iniciativa, percebeu que sonho que não se busca não passa de sonho.

“Nos encontros, falávamos de motivação e força de vontade. Esse conhecimento não se encontra em uma sala de aula comum. As pessoas me ouviam. Foi quando decidi que iria enfrentar todas as barreiras em nome dos meus ideais.” Não foi fácil. Celeste saiu da casa dos pais, na zona rural, para cursar uma faculdade, que concluiu como aluna bolsista. Trabalhou na Cooperativa de Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan) e também como professora.

Hoje, ela é pedagoga e coordenadora do Instituto Direito e Cidadania, projeto integrado ao Programa DIS Baixo Sul. “Tudo que vivi foi fundamental para o desenvolvimento da minha capacidade de liderança. Conheci a mim mesma e passei a ter uma consciência social. Acredito que isso é ser um jovem protagonista. Saber onde se quer chegar e como chegar, intervindo para mudar a realidade e tendo compromisso com as futuras gerações.”

Celeste destaca a importância da Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO) na construção de seus valores. “Quem lê com sensibilidade e abertura, aprende muito e a vida muda, tanto a profissional quanto a pessoal. Isso porque muda-se o olhar, como enxergar o mundo”, finaliza.

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