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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Patrícia dos Santos
Patrícia dos Santos
Sou jovem empresária rural, protagonista da minha própria história

“Sou jovem empresária rural, protagonista da minha própria história”. Com essas palavras, Patrícia Santana dos Santos, 18 anos, da comunidade de Tiriri do Meio, município de Piraí do Norte (BA), se auto define. Aluna da Casa Familiar Agroflorestal (Cfaf), apoiada pela Fundação Odebrecht através do Programa PDCIS, ela conta todas as transformações ocorridas desde o início da formação. “Sou parte de uma instituição que entende as necessidades dos jovens das comunidades e que traz uma metodologia de educação que não é apenas aplicada na escola, mas também no campo”, afirma.

Uma das adolescentes apoiadas pelo Programa Tributo ao Futuro, da Fundação, ela implantou um hectare de banana e graviola em sua propriedade no ano de 2014. “Esse projeto contribuiu para o meu desenvolvimento empresarial. Atualmente, a produção de banana já está sendo retirada e estamos no segundo corte da área. A graviola está começando a produzir e contamos com uma pequena produção que vem ajudando a fortalecer a renda familiar”, disse.

Outra porta aberta durante a Cfaf, foi, segundo ela, a orientação para o acesso a uma linha de crédito, disponibilizada pelo Banco do Nordeste para pequenos produtores, para que possam desenvolver suas práticas agrícolas. Única mulher a participar do curso de bananacultura do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, ela aproveita todas as oportunidades para crescer na agricultura. “Esse curso contribuiu para meu desenvolvimento tanto nas práticas agrícolas, quanto na economia e planejamento da minha propriedade rural”. Nesse caminho, ela pretende se tornar uma Empresária Rural e contribuir com a transformação da sua comunidade.

Conheça a história de outros jovens apoiados

Em 1995, a Fundação Odebrecht, em parceria com o Centro de Referência Integral do Adolescente (CRIA) do Rio de Janeiro, apoiou a formação do grupo de teatro Os 13 Camaleões para apresentação da peça teatral “O Que Você Acha Disso Tudo?”, sobre adolescência, família e sexualidade. O grupo, formado por adolescentes cariocas, exibia seu trabalho para alunos e educadores de ONGs e escolas públicas municipais do Rio de Janeiro.

Michele Soares, hoje com 29 anos, participou do grupo e atuou na peça. “Além de fazer o que eu mais gostava, contracenar, eu podia levar a cultura e informação para muito jovens“, relembra. Acompanhe na íntegra seu depoimento:

“Quando adolescente, tive a oportunidade de conhecer e participar do projeto “O Que Você Acha Disso Tudo?”. O tema abordado estava relacionado à educação sexual. Trabalhávamos questões sobre doenças sexualmente transmissíveis e gravidez na adolescência, com o apoio e orientação do Centro de Educação Sexual (Cedus), Prefeitura do Rio de Janeiro e da Fundação Odebrecht. Nossas apresentações eram realizadas em escolas públicas e conversávamos sobre assuntos que ainda eram tabus na sociedade.

No “Os treze Camaleões”, além de fazer o que eu mais gostava, contracenar, eu podia levar cultura e informação para muito jovens, de idades entre 13 e 18 anos, que procuravam esse tipo de orientação e não tinham acesso. Foi uma experiência que fez me sentir muito importante. Contribuir com a formação desses adolescentes me realizou como pessoa. Essa é uma das melhores lembranças da minha vida.

Vivi muitos bons momentos dos quais jamais esquecerei, das pessoas que pude conhecer e dos projetos que pude participar. Infelizmente, a vida não permitiu que eu seguisse o teatro e tive que buscar outros caminhos. Atualmente, estou cursando uma faculdade e me dedicando à área de saúde”. 

Desde que ingressou nos projetos apoiados pela Fundação Odebrecht, Ailton Pereira destacava-se nas ações que desenvolvia.

Em 2002, Ailton Pereira, 24, já era apresentado em uma matéria publicada na Odebrecht Informa 103 (publicação bimestral da Organização Odebrecht) como um “adolescente amadurecido, consciente do seu potencial de liderança e comprometido com o desenvolvimento socioeconômico da sua comunidade”.

Ele ingressou no Programa Aliança com o Adolescente participando do projeto Informática e Cidadania. “O objetivo da ação era fazer com que as comunidades carentes implantassem tele centros. Fiz parte da primeira turma de capacitação e já fui instrutor da segunda turma”, relembra Ailton, que deu aulas de informática para jovens da região voluntariamente.

Ailton foi beneficiado pelo Programa de Bolsa Estudantil da Fundação Kellogg, obtendo o financiamento de sua graduação em Administração. No total, 22 estudantes da região do Baixo Sul da Bahia receberam a bolsa e, em contrapartida, criaram e executaram projetos sociais nas suas comunidades.

Em 2005, Ailton foi convidado para participar do processo de profissionalização da Cooperativa Mista de Pescadores, Marisqueiros e Aqüicultores do Baixo Sul (Coopemar). “Na época, acompanhava o processo de produção dos peixes. Os desafios foram surgindo e fui buscando me desenvolver”, conta. Hoje, formado em Administração, Ailton é responsável pela Organização Dinâmica da Coopemar. “Triste daquele que passou a vida sem ter a oportunidade de mostrar seu valor. A parceria entre a Fundação Odebrecht e instituições da sociedade civil trouxe para o Baixo Sul o que faltava: oportunidade”, diz.

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