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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Ailton Bomfim
Ailton Bomfim
Planejo me desenvolver e nunca desistir dos meus sonhos

O sorriso de canto de boca acompanha o jovem Ailton Bomfim enquanto ele conta qual é o seu sonho: permanecer na zona rural. Aos 17 anos e com um quê de timidez, Ailton explica o que vem planejando para o seu futuro. “Quero ser um engenheiro agrônomo. Pretendo continuar na região e colocar minha experiência em prática no campo”, diz.

Na pequena casa de taipa no município de Camamu, no Baixo Sul da Bahia, ele mora com os pais e dois irmãos. Juntos, cultivam “de tudo um pouco”, como afirma Ailton, apontando para as plantações de pimenta do reino, mandioca, cacau, abóbora e hortaliças da família. 

Os pais, com pouco ou quase nenhum estudo, caminham lado a lado do adolescente, que compartilha com eles novos conhecimentos. Ailton vem estudando para ser um técnico em Agronegócio. Para ele, esse é primeiro passo rumo ao futuro. “Planejo me desenvolver e nunca desistir dos meus sonhos”.
 

Conheça a história de outros jovens apoiados

Foi no dia 25 de outubro de 2003, quanto tinha 18 anos, que Mariene Barbosa decidiu participar de um dia de campo realizado na Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN). “De fato os horizontes se ampliaram para mim e para os outros jovens participantes, que tivemos a oportunidade e a coragem de ser pioneiros de uma linda história que é a CFR-PTN”, afirma.

Conheça suas experiências:

Participei de diversos projetos, como Programa de Formação de Adolescentes Voluntários, Jovem Raiz e Programa de Formação de Adolescentes Protagonistas, mas a passagem por três anos pela CFR-PTN contribuiu para que eu desenvolvesse o desejo de facilitar o acesso à informação para a minha comunidade e contribuir com a efetivação da cidadania. Lá tive experiência com associações comunitárias, nas quais fui presidente e secretária administrativa, e realizei seminários rurais e mutirões juntamente com outros jovens. Ou seja, tive a oportunidade de compartilhar os conhecimentos adquiridos na Casa.

Devido à separação de meus pais, ainda adolescente, tive que trabalhar para ajudar minha mãe nas tarefas domésticas e rurais. Isso permitiu que eu desenvolvesse a consciência de valorizar as oportunidades que surgissem, principalmente na área de educação, algo que era muito distante da minha realidade.

Atualmente, estou trabalhando na área jurídica do Instituto Direito e Cidadania (IDC), coordenando o Balcão de Justiça de Valença (BA). Percebo, assim, que meu sonho vem se concretizado, especialmente no que se refere a minha atuação no Núcleo de Mediação. Esse espaço possibilita e assegura o acesso à justiça e meu papel é oferecer conselhos, sugestões e orientar os cidadãos sobre seus direitos e deveres. A cada etapa que executo, percebo a necessidade constante de aperfeiçoar minhas habilidades profissionais e pessoais. Além disso, encarei um desafio especial, pois saí de minha terra natal para me fixar em outra localidade.

Todos os dias me inspiro no princípio “Educar para a Vida e para Valores”, o que me encoraja a seguir em frente, a aceitar os desafios. Assim, estou sempre em busca de novos conhecimentos a fim de que possam ser aplicados em prol da minha formação e da vida de outras pessoas. Além de fortalecer meu papel como agente do próprio destino. As gerações seguintes merecem um planeta tão bom quanto o que nos foi herdado. E quanto mais responsáveis formos, melhor será o futuro.

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