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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Ariel Santos
Ariel Santos
Meu sonho é ser um agricultor

A casa de muro azul na beira da estrada é a morada de Ariel Santos. Com 17 anos, é ali que ele dorme com o irmão mais novo, Arickson. Seus pais, José Vitorino e Ana Santos, preferem dormir na casa de madeira que fica ao lado, no topo de uma encosta da propriedade da família. A mãe do menino explica o motivo: “é lá que eu tenho meu forno e o sinal da minha televisão”.

Ariel vem traçando planos para se sustentar a partir do que cultiva e, também, melhorar as condições de vida da família. “Meu sonho é ser um agricultor. Quero ter meu próprio terreno com minha lavoura, expandir a produção e, com o tempo, levar meus produtos para vender em outros lugares”, conta. O jovem já está no caminho para alcançar esse objetivo. Com os pais e o irmão, planta abóbora, milho, feijão, coentrinho, salsa, alface e cebolinha.

O sorriso no rosto é amplo ao falar sobre o que mais gosta de produzir. “A pimenta. Ela tem uma produção boa e dá uma ‘rendazinha’ a mais do que outros tipos de cultura”, salienta. Sem duvidar, Ariel conta que pretende permanecer na zona rural, e “nunca desistir do meu futuro. Permanecer tropeçando, me levantando”.
 

Conheça a história de outros jovens apoiados

Os amigos de Maria Celeste Pereira, 24 anos, garantem que ela carrega o mesmo brilho no olhar de oito anos atrás, quando ela participava do programa Jovem Raiz, apoiado pela Fundação Odebrecht no município de Presidente Tancredo Neves, Baixo Sul da Bahia. De onde vem tanta energia? Celeste conta que, ao participar desta iniciativa, percebeu que sonho que não se busca não passa de sonho.

“Nos encontros, falávamos de motivação e força de vontade. Esse conhecimento não se encontra em uma sala de aula comum. As pessoas me ouviam. Foi quando decidi que iria enfrentar todas as barreiras em nome dos meus ideais.” Não foi fácil. Celeste saiu da casa dos pais, na zona rural, para cursar uma faculdade, que concluiu como aluna bolsista. Trabalhou na Cooperativa de Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan) e também como professora.

Hoje, ela é pedagoga e coordenadora do Instituto Direito e Cidadania, projeto integrado ao Programa DIS Baixo Sul. “Tudo que vivi foi fundamental para o desenvolvimento da minha capacidade de liderança. Conheci a mim mesma e passei a ter uma consciência social. Acredito que isso é ser um jovem protagonista. Saber onde se quer chegar e como chegar, intervindo para mudar a realidade e tendo compromisso com as futuras gerações.”

Celeste destaca a importância da Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO) na construção de seus valores. “Quem lê com sensibilidade e abertura, aprende muito e a vida muda, tanto a profissional quanto a pessoal. Isso porque muda-se o olhar, como enxergar o mundo”, finaliza.

“Posso viver no campo com qualidade de vida”. A afirmação da jovem Letícia Macedo, 15 anos, que está no 2º ano do curso técnico em agropecuária integrado ao ensino médio na Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN), demonstra toda a sua satisfação por poder continuar vivendo na zona rural, ao lado de sua família, de forma digna.

Moradora da comunidade de Gendiba, localizada em Tancredo Neves (BA), Letícia contribui com o desenvolvimento e o aumento na renda de sua família. Na propriedade dos pais, tem cultivado um hectare de banana tipo terra e está na fase de implantação de dois hectares de aipim e três de mandioca. “A Casa Familiar nos ensina formas de administrar nossos recursos. Com princípios, valores, metas e espírito de servir podemos encontrar tudo no campo, no lugar onde nasci”, diz.

Toda a sua produção é somada ao que seu pai, Veridiano Macedo, entrega à Cooperativa dos Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan), que oferta produtos de qualidade a parceiros sociais e clientes. “Dessa forma nossos cultivos são comercializados de forma justa e com retorno garantido”, afirma Macedo.

Para ele, é um orgulho que sua filha tenha acesso a uma educação de qualidade para trabalhar no campo, ao seu lado. “Ela está amadurecendo com o aprendizado e estou muito feliz, pois nem todos conseguem matricular seus filhos em uma escola digna. Posso dizer que somos privilegiados”, comenta.

Além de contribuir com o crescimento de sua família, a jovem difunde o aprendizado para os moradores de sua comunidade. “Somos células multiplicadoras do conhecimento e o que aprendi na Casa Familiar pode servir a todos que vivem aqui”, comemora Letícia.

A CFR-PTN e Coopatan contam com o apoio da Fundação Odebrecht e parceiros públicos e privados, por meio do Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade do Mosaico de Áreas de Proteção Ambiental do Baixo Sul da Bahia (PDCIS).

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