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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Jaíne da Conceição
Jaíne da Conceição
Estou conseguindo mudar minha vida para melhor

As taboas que formam a casa de Jaíne da Conceição, 15, estavam pintadas de verde. Da janela da sala, a jovem contempla a horta da família à sua frente, e reflete sobre seu futuro. “Graças às oportunidades que tenho, estou conseguindo mudar minha vida para melhor”, diz.

É na comunidade da Caeira, no município baiano de Nilo Peçanha, que Jaíne mora com os pais e o irmão. A sobrinha, à tiracolo, a acompanha quando está em casa. Para ela, contribuir com a vida familiar é essencial. “Gosto de estar na minha horta e ajudar meu pai no que posso. Sempre ajudei”. Na propriedade da família, planta guaraná, cacau, pupunha, hortaliças e seringueira.

Jaíne também reafirma sua paixão pelos estudos. Na escola, as matérias das quais mais gosta são Artes e Biologia. Para ela, a educação é o caminho para alcançar um dos seus principais objetivos: “ajudar a minha família”.
 

Conheça a história de outros jovens apoiados

“Sou agricultor e gosto de viver no campo”, diz, com satisfação, Sandoval Santos, 27 anos. O jovem vive na comunidade da Serra da Bananeira, em Presidente Tancredo Neves (BA) e seus olhos brilham ao falar sobre as mudanças que ocorreram nos últimos anos. Ele conta que antes não tinha perspectivas de continuar no campo e, em 2005, a visita de representantes da Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN) à sua comunidade fez toda a diferença. “Apresentaram um projeto novo na região. Aceitei o desafio e hoje posso ver que fiz a escolha certa”, diz.

A CFR-PTN oferece educação técnica integrada ao Ensino Médio e sua metodologia é baseada na Pedagogia da Alternância: o jovem passa uma semana em período integral, com aulas na sala (teóricas) e no campo (práticas), e duas na propriedade junto com suas famílias, aplicando novos conhecimentos.

Na instituição de ensino, Sandoval aprendeu sobre administração rural, cooperativismo, manejo de solos, irrigação, drenagens, além dos mais diversos cultivos e implantou dois hectares de banana e mandioca. A área de plantio da minha família era pequena e, quando terminei o curso, já havia utilizado todos os hectares disponíveis. Precisava de mais terra para plantar”, explica.

Com o Fundo de Acesso à Terra (FAT), mecanismo que visa proporcionar assistência técnica e financeira a ex-alunos da CFR-PTN, Sandoval encontrou oportunidade para se desenvolver como agricultor e cuidar de seus projetos agrícolas. “As dificuldades foram muitas e a falta de rentabilidade sempre foi um desafio, mas, plantando em áreas maiores, é viável. Tenho certeza de que posso viver do campo”, diz.

Ele é um dos sete selecionados para a primeira etapa da iniciativa criada pela própria instituição em parceria com a Cooperativa dos Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan). As instituições fazem parte do Pacto de Governança do Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade (PDCIS), da Fundação Odebrecht. “Vimos que cada jovem tinha, em média, apenas cinco hectares para produzir e isso estava influenciando-os a sair do campo”, conta Juscelino Macedo, então Líder do Negócio Mandioca e Fruticultura.

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