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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Mairí dos Santos
Mairí dos Santos
Podemos escolher permanecer no campo

Na mesa da cozinha, suco de graviola, aipim recentemente cozido, um bolo caseiro e pasteis de carne eram oferecidos por Maria Inês dos Santos. Orgulhosa, a mãe de Mairí dos Santos conta que boa parte dos quitutes foram preparados com o que a família cultiva na propriedade, localizada no município baiano de Presidente Tancredo Neves.

A jovem Mairí, de 16 anos, fala do seu desejo de aprender a melhor maneira de trabalhar no campo. “Meu sonho é ser uma engenheira agrônoma. Quero trazer mais informações para minha família e para a comunidade, ajudar a melhorar a qualidade de quem mora aqui”, conta. Ao lado dos pais e dos cinco irmãos, cultiva produtos como cacau, mandioca, aipim, banana, urucum, goiaba e cupuaçu.

O seu produto preferido para plantio é a banana. A menina diz que foi uma das frutas que sempre ajudou os pais a cultivar. Hoje, ela leva para a família novos manejos para esse e as demais culturas da propriedade. Para Mairí, ter acesso à um bom ensino faz a diferença em sua vida. “Podemos escolher permanecer no campo”, salienta.
 

Conheça a história de outros jovens apoiados

Liceu de Artes e Ofícios da Bahia, OXÊNTE (Grupo de Adolescentes Voluntários), Movimento de Intercâmbio Artístico e Cultural pela Cidadania, Rede de Protagonismo Juvenil, Projeto Pequeno Artilheiro, Instituto Aliança e Programa Jovens Baianos da Fundação Luís Eduardo Magalhães. Muitos foram os caminhos que a jovem Rosana Uildes, 27 anos, trilhou antes de desembarcar no projeto Casa Jovem, no Baixo Sul da Bahia.

Rosa, como é chamada pelos amigos, tem na formação de jovens a sua grande motivação. Paixão que nasce por meio de uma semente plantada em 1996, quando participou de um dos programas apoiados pela Fundação Odebrecht junto ao Liceu de Artes e Ofícios da Bahia. “Aos 15 anos, ingressei no Programa de Aprendizes do Liceu. Esse ponto de partida foi extremamente significativo para a minha trajetória. Com meus pais aprendi valores e princípios, como o de servir e lutar pelos meus objetivos. Já no Liceu, conheci o que significa educação pelo trabalho e tive contato com adolescentes e jovens que desenvolviam projetos sociais nas suas comunidades”, conta.

“Soteropolitana, baiana, brasileira, casada, voluntária, pedagoga e aprendiz sempre”. São essas as palavras usadas por Rosa, que estudou em escola e universidade públicas, para se definir. Em 2001, o grupo coordenado por ela, OXÊNTE, recebeu o Prêmio Jovens Voluntários pelo projeto Eureka, que desenvolvia ações de formação para a cidadania nas escolas públicas de Salvador. Já em 2006, quando atuou no Programa Jovens Baianos, Rosa realizou um dos seus maiores sonhos. “Dediquei todo o meu tempo, criatividade e experiência na formação de jovens e líderes, que atuassem nas suas comunidades”, afirma.

Em 2007, ela aceitou o convite da Fundação Odebrecht e retornou a esta instituição para desenvolver ações junto a adolescentes e jovens da zona rural. “Até então, tinha apenas experiências no território urbano. Sempre movida por desafios, aceitei o convite e estou desbravando o Baixo Sul da Bahia, atuando no Projeto Casa Jovem em Igrapiúna. Espero também aqui dar a minha contribuição, mergulhando de corpo e alma e fazendo a diferença, num novo cenário, mas sempre formando novos protagonistas, líderes do seu destino”.

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