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Conheça histórias de jovens protagonistas que participaram de projetos apoiados pela Fundação Odebrecht ao longo dos seus mais de 50 anos.
Patrícia de Oliveira
Patrícia de Oliveira
Precisamos correr atrás e não desistir dos nossos sonhos

Para chegar até a propriedade onde Patrícia de Oliveira mora com os pais e os irmãos, é preciso subir e descer muitas ladeiras em uma estrada de terra da comunidade de Ponte Pedra Nunes, no município de Taperoá. À entrada da casa sem reboco, uma profusão de sementes de cupuaçu seca ao sol. A menina explica: “é a nossa principal fonte de renda”.

Em sua roça, a família também planta cacau e banana, além de um pouco de rambutan e uma horta. Essa, Patrícia fez questão de mostrar com muito orgulho. “Sou eu quem cultiva”, conta. A adolescente comenta que as bonitas folhas de alface são fruto do que aprende na escola – um conhecimento que garante não reter apenas para si. “Sempre divido as coisas novas que vejo na escola”.

Patrícia planeja terminar seus estudos e buscar outras especializações para fazer. Segundo a jovem, de apenas 16 anos, é necessário ter coragem para transformar sua realidade. “Para conseguir o que queremos, precisamos correr atrás e não desistir dos nossos sonhos. Vale a pena todas as dificuldades que a gente passa para poder conquistar nossos objetivos”.
 

Conheça a história de outros jovens apoiados

Aos 28 anos, Demis Mota, cidadão de Eunápolis, é formado em Marketing e pós-graduado em Recursos Humanos. Há 11 anos, ele ingressava no Pacto do Sítio do Descobrimento pela Educação realizado em cinco municípios (Belmonte, Eunápolis, Porto Seguro, Prado e Santa Cruz Cabrália). O compromisso firmado era o de lutar para ter todas as crianças do sítio do descobrimento na escola até o ano 2000.

A participação de Demis neste projeto mudou sua vida. Acompanhe:

“Ao ingressar no Pacto do Sítio do Descobrimento pela Educação, pude entender realmente o quanto a educação é importante para o desenvolvimento da cidade e do cidadão.

Durante o programa, percebi que era uma liderança. Criamos um grupo que se chamava Clube de Amigos Democráticos de Eunápolis e que tinha a função de ajudar aos mais necessitados arrecando cobertores e alimentos.

Éramos 25 jovens voluntários em busca de melhorias para o nosso município. Com a vinda da Fundação Odebrecht, tivemos oportunidades de trocar experiências. Com a passar do tempo, entendi realmente o papel do voluntariado e acabei descobrindo a força que tenho para poder lutar pela transformação da nossa realidade.

Em 2008, resolvemos não deixar perder tudo que vivemos e decidimos reunir todos os jovens que tiveram as mesmas experiências para o I Encontro de Jovens do Sítio do Descobrimento.

Construímos uma nova proposta e criamos o Instituto AMEX (Agentes Multiplicadores de Experiências), onde nos reunimos e passamos para outros jovens as experiências que vivemos e assim vamos descobrindo novos líderes juvenis.

No Pacto do Sítio, aprendi a dividir emoções, compartilhar problemas, rir e chorar, além de ter alcançado um crescimento pessoal”.

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