A Fundação

Protagonismo Juvenil

Em 1988, a Fundação Odebrecht redefiniu sua missão e elegeu o jovem como foco da sua atuação. Na época, essa parcela da população era crescente no Brasil. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as décadas seguintes trariam um boom de pessoas entre 15 e 29 anos, representando a maior parte do povo brasileiro. Era preciso, então, pensar em políticas públicas voltadas aos jovens. Atenta a esse movimento, a Fundação assumiu a missão de educar para Vida, pelo Trabalho, para Valores e superação de Limites.

Desde o início das ações junto à juventude, constatou-se a importância de estimular a atuação do jovem como fonte de liberdade, iniciativa e compromisso, fundamento para formar pessoas responsáveis, conscientes e participativas. Os diversos programas criados e apoiados pela Fundação buscavam propiciar a melhoria da qualidade nas áreas de educação, trabalho, saúde sexual e reprodutiva, cidadania e voluntariado. Essa ação permitiu ao jovem reconhecer o seu potencial e aprender a conviver em grupo de forma sinérgica, realizando-se pelo trabalho, acessando e interagindo com novas informações.

A decisão de fazer com o jovem e não para o jovem foi posteriormente conceituada, sistematizada e denominada Protagonismo Juvenil , filosofia formativa que a Fundação Odebrecht ajudou a criar e que hoje é um patrimônio do Terceiro Setor.

Conheça histórias de alguns jovens apoiados pelas ações da Fundação Odebrecht ao longo de sua trajetória e veja de perto como a atuação protagonista fez a diferença em suas vidas.

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