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18h04

Cooperativas apoiadas pela Fundação Odebrecht geram trabalho e renda na zona rural

Mais de 840 agricultores e aquicultores familiares integram estas instituições

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Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o aumento da população mundial - que até 2050 deve atingir 9 bilhões - impõe às lideranças globais o desafio de aumentar o cultivo agrícola de maneira sustentável. Para responder a essa demanda, a produção mundial de alimentos deve crescer cerca de 70%.

A efetiva produção de alimentos está diretamente relacionada ao papel do trabalhador do campo. Na Bahia, uma experiência inovadora contribui com esse cenário. O Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade (PDCIS), ação coordenada pela Fundação Odebrecht que conta com parceiros públicos e privados, promove a educação, geração de trabalho e renda, com cidadania e respeito ao meio ambiente. A atuação está concentrada no Mosaico de áreas de Proteção Ambiental do Baixo Sul da Bahia.

Na região, que reúne 11 municípios e cuja força econômica está na agricultura, o PDCIS busca construir oportunidades para os jovens e suas famílias se desenvolverem na comunidade em que vivem. Uma delas é por meio das Cooperativas Estratégicas, que agregam agricultores e aquicultores familiares responsáveis pelo cultivo de toneladas de alimentos por ano, como abacaxi, banana, aipim, mandioca, peixe e palmito, distribuídas principalmente para as regiões Nordeste e Sudeste do Brasil.

As cooperativas, que integram o Pacto de Governança da Fundação Odebrecht, através do PDCIS, são estratégicas por dominarem toda a cadeia: produção rural, industrialização e comercialização. Foram desenvolvidas a partir da vocação econômica de uma determinada área, visando atingir a novos padrões de qualidade e promover a inclusão social. Os agricultores familiares acessam tecnologias que possibilitam ampliar a produtividade e agregar valores econômicos e sociais. Contam ainda com o apoio na venda, por meio de parcerias especializadas. Com isso, as famílias produtoras têm acesso à tecnologia e maior retorno de renda com o cultivo de mandioca (para produção de farinha de mesa), hortifrútis, pupunha (para palmito em conserva) e aquicultura (para produção de filé de peixe). São 840 associados em três cooperativas: 

• Cooperativa dos Produtores de Palmito do Baixo Sul da Bahia – Coopalm:
Criada em 2004, a Coopalm orienta técnica e financeiramente os agricultores familiares que cultivam palmito de pupunha. As hastes entregues à cooperativa são beneficiadas, dando origem ao pote de palmito em conserva. O processo tem certificados ISO 9001 (Gestão da Qualidade), ISO 14001 (Gestão Ambiental), FSSC 22000 (Segurança do Alimento), além do selo de Agricultura Familiar (Federal e Estadual) e selo Superior Taste Awards. Em 2014, os associados colheram mais de 5,2 milhões de hastes e acumularam um faturamento superior a R$ 25 milhões. 

• Cooperativa de Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves – Coopatan:
A Coopatan, fundada em 2000, garante renda e qualidade de vida às Unidades-Família associadas, além de ofertar produtos de qualidade aos parceiros sociais e clientes. Por meio da cooperativa, os associados comercializam banana, aipim e abacaxi, farinha de mandioca e massas de puba e aipim.
Somente em 2014, foram cultivadas 3.300 toneladas (t) de mandioca, 2.000 t de banana-da-terra, 600 t de aipim e 360 mil unidades de abacaxi. A Cooperativa registrou um faturamento de mais de R$ 10,5 milhões.

• Cooperativa dos Aquicultores de águas Continentais – Coopecon:
Fruto de mobilização social de piscicultores e famílias da zona rural, a Coopecon apoia os cooperados com assistência técnica, beneficia e comercializa os pescados produzidos por eles, cobrindo a cadeia da tilápia desde 2010. Seus associados contam com uma Unidade de Beneficiamento de Pescado certificada pelo Serviço de Inspeção Federal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que possibilita a fabricação de subprodutos, ampliando a renda. Somente em 2014, foram mais de 880 toneladas de peixe e um faturamento superior a R$ 9,5 milhões.

Sobre a Fundação Odebrecht

A Fundação Odebrecht, uma instituição privada, sem fins lucrativos, instituída pela Organização Odebrecht, completa 50 anos em 2015.  Desde que foi criada, a Fundação Odebrecht tem como foco contribuir para a formação de uma população estruturada em unidades-família, responsável pelo próprio desenvolvimento sustentável. Sua missão é educar para a vida, pelo trabalho, para valores e superação de limites.

A Fundação foca no desenvolvimento do jovem e sua família para a criação de soluções em conjunto com as comunidades locais, com base nas suas potencialidades e necessidades. A essência das ações está baseada nos princípios, conceitos e critérios da Tecnologia Empresarial Odebrecht, que valoriza capacidades do ser humano, como a disposição para servir e o desejo de evoluir. 
 

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