Comunicação

11h32

Fundação Odebrecht promove cadeias produtivas

Boletim redeGIFE, 02 de abril de 2007

A Fundação Odebrecht e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) formalizaram, no dia 26 de março, uma parceria social pelo desenvolvimento sustentável de cadeias produtivas. Trata-se de um acordo de cooperação técnica para o Programa de Desenvolvimento Integrado do Baixo Sul da Bahia (DIS Baixo Sul), iniciativa que fomenta a geração de trabalho e distribuição de renda, aliado à conservação ambiental e à prática de cidadania em uma das regiões mais pobres do Brasil.

Mais do que protocolar um documento, Norberto Odebrecht pessoalmente convocou empresários das mais diversas organizações para colaborar com o DIS Baixo Sul, durante o evento. “Nosso objetivo é encontrar parceiros não apenas comerciais, mas sociais. É um projeto inovador em prol da sustentabilidade, com distribuição justa de recursos”, discursou.

Ele explicou que no final do ano passado, o programa assinou um convênio com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para consolidar um modelo replicável de produção integrada para pequenos produtores (chamados Unidades-Família cooperadas). Estes, localizados em zonas de proteção ambiental (onde vivem mais de 250 mil pessoas), foram fortalecidos por meio de capacitações e da certificação de produtos e processos, impulsionando as cooperativas participantes das cadeias produtivas da aqüicultura, piaçava, palmito e mandioca.

”O grande desafio é o setor terciário, para a distribuição e entrega dos produtos de forma consignada, chegando ao consumidor via Parceiros das Cadeias Produtivas (Em coerência com a Lei Federal 9.790, que criou as Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIPs)”, explicou.

Entre os convidados para evento de assinatura, estavam o presidente da Nestlé Brasil, Ivan Zurita, o diretor-executivo do Instituto Wall Mart, Paulo Mindlin, além de representantes do ABN Amro Real e da rede Carrefour de supermercados. “Acho que você poderia criar uma linha de sopas de pupunha. Aliás, você não fabrica comidas para crianças ou algo assim?”, brincou Odebrecht, ao comentar a Zurita oportunidades de novos produtos para a marca.

A parceira com empresas para o escoamento dos produtos oriundos se faz necessária já que eles ainda não conseguem concorrer com os produtos não certificados. “Eles tendem a ser um pouco mais caros, comparativamente. O fortalecimento dos pequenos produtores, no entanto, tende a reduzir cada vez mais os custos”, contou o presidente executivo da Fundação Odebrecht, Maurício Medeiros.

Para saber mais sobre o Programa de Desenvolvimento Integrado do Baixo Sul da Bahia, acesse: www.fundacaoodebrecht.org.br.

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