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Edição 115 - Ação Social e Ação Cultural

A Odebrecht é uma das organizações pioneiras no Brasil em contribuir voluntariamente com o desenvolvimento social e cultural das comunidades em que está presente.

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Jovens da Casa Familiar Rural

No campo social, essa contribuição começou em 1965, com a criação da Fundação Odebrecht.

No campo da cultura, a participação da Odebrecht data de 1959, quando patrocinou sua primeira edição cultural, o livro Homenagem à Bahia Antiga, do historiador José Valladares.

O final dos anos 50 trouxe uma oportunidade para a Odebrecht na área cultural. O historiador José Valladares levara a Norberto Odebrecht a proposta de patrocínio de seu livro Homenagem à Bahia Antiga, um estudo sobre edificações históricas de Salvador. Queria contar a história da cidade por meio de seus edifícios e de seus conjuntos de grande exuberância plástica e, com isso, ajudar a preservá-los. Norberto Odebrecht aceitou a idéia e o livro foi publicado em 1959, dando início ao programa de contribuição cultural da Odebrecht.

Nas quatro décadas seguintes, o programa apoiaria iniciativas culturais de temas e autores os mais diversos. Cidades e regiões foram documentadas: Arequipa, Belo Horizonte, Fernando de Noronha, Ouro Preto, Rio de Janeiro, São Paulo. Por meio da arte de nossos grandes criadores foi possível conhecer melhor o Brasil: Tarsila do Amaral, Carybé, Tom Jobim, Villa-Lobos, Portinari e Dorival Caymmi. Os principais pesquisadores brasileiros, entre eles Clarival do Prado Valladares, vasculharam acervos de institutos e bibliotecas e enriqueceram a história do Brasil. O país foi revisto e sua memória preservada: o padre Anchieta, o Mosteiro de São Bento, as Forças Armadas, a mapoteca do Itamaraty, a fauna e a flora brasileiras no século XVIII.

Uma parceria com o Banco do Brasil, em 1997, permitiu a realização do Projeto Memória, para celebrar personagens relevantes da história do Brasil, a exemplo de Castro Alves, Monteiro Lobato, Rui Barbosa e, no ano 2000, como parte das comemorações do Descobrimento do Brasil, Pedro Álvares Cabral.

Um outro marco na história da Odebrecht, em sua contribuição à comunidade, ocorreria em meados da década de 1960. Quando percebeu que era preciso prover os integrantes de sua empresa dos benefícios que a Previdência Social não abrangia, ou cobria de forma insatisfatória, Norberto Odebrecht não teve dúvidas: criou, em 1965, a Fundação Odebrecht, exatamente com esse objetivo.

Nos anos seguintes, a responsabilidade por esses benefícios foi assumida pelas empresas da Organização, que passaram a oferecê-los diretamente a seus integrantes. Em 1988, a Fundação Odebrecht deu uma virada em seu foco de atuação. Passou a se concentrar na educação do adolescente para a vida, a partir da constatação de que é nessa época da vida que são formados os valores e idéias que consolidam a formação do Ser Humano.

Em 2000 a Fundação contabilizou 500 mil adolescentes e 12 mil educadores de diversos estados brasileiros beneficiados por suas ações. Nesse ano, mantendo o foco definido em 1988, passou a concentrar seus esforços no Nordeste brasileiro, mais precisamente em regiões com baixo índice de desenvolvimento humano e fora do eixo dinâmico da economia.

Às vésperas de completar 40 anos, o que ocorrerá em 2005, a Fundação Odebrecht atua no Baixo Sul da Bahia, região que concentra um dos piores índices de desenvolvimento humano e os menores investimentos sociais do país. Ali, sua principal iniciativa é o Programa de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável, voltado para o desenvolvimento dos capitais produtivo, humano, social e ambiental e no qual valoriza-se o conceito de unidade-família, privilegiando-se não apenas o adolescente, mas a interação deste e seus familiares


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