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Edição 127 - Realidade que inspira

Para Juliana Guanaes, estagiária da Fundação Odebrecht, trabalho voluntário gera intenso aprendizado para os jovens.

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A jovem Juliana Guanaes

Texto: Vivian Barbosa

Fotos: Adriano Ribeiro

Em dezembro de 2004, Juliana Guanaes, então com 19 anos, preparava-se para aproveitar suas férias do curso de Direito. Na época, ela estagiava em um escritório de advocacia, em Salvador, mas queria viver novas experiências, fazer mais por sua formação. Então encaminhou seu currículo à Fundação Odebrecht.

A vida de Juliana se transformou quando ela recebeu um telefonema e o convite para trabalhar como voluntária, durante as férias, no Instituto Direito e Cidadania (IDC), um dos projetos do Programa de Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Baixo Sul da Bahia - DIS Baixo Sul, apoiado pela Fundação Odebrecht.

Passou um mês percorrendo a região do Baixo Sul e conheceu todos os projetos do DIS. “Mergulhei no programa. Mergulhei na cultura daquela região e vivi a realidade deles.” No IDC, Juliana foi apresentada à Tecnologi a Empresarial Odebrecht. “Aprendi a importância de influenciar e ser influenciada. Adotei a TEO como minha filosofia de vida.”

Juliana voltou para Salvador e para o escritório de advocacia. No ano seguinte, lá estava ela novamente, dessa vez por iniciativa própria, como voluntária nas ações do IDC. “Meus amigos me admiravam, mas não me compreendiam. Eles perguntavam: 'Você vai trabalhar de graça de novo?'”, brinca Juliana.

Seu excelente trabalho e engajamento no projeto repercutiram na Fundação Odebrecht e, atualmente, Juliana divide seu tempo entre a Faculdade de Direito e o estágio na área Jurídica da Fundação.

Nas horas vagas, ela gosta de sair com os amigos, dançar e cantar. Gosta também de escrever, e costuma colocar no papel suas idéias e aspirações. Foi dessa forma que surgiu o poema Sinergia, que conta a história do casamento entre o DIS e a TEO. “Do processo de aculturação à TEO, e com toda a carga de experiência e vivência no DIS, nasceu o poema”, conta. Sinergia chegou às mãos de Norberto Odebrecht, que o encaminhou a Liliana Leite, Diretora Executiva do IDC. Para Dr. Norberto, o fruto deveria ser entregue a quem o semeou.

“Acredito que o trabalho voluntário confere um aprendizado muito grande ao jovem. Hoje estou plenamente envolvida com o programa. Minha monografia de conclusão de curso será sobre a importância do IDC na consolidação da cidadania no Baixo Sul da Bahia e no resgate do capital social.”

Sempre otimista e bem-disposta, a jovem relembra com saudade das experiências vividas como voluntária. “Se meu caminho for o Baixo Sul, irei de braços abertos.”

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