12h20

Educação para fazer a diferença

Escolas Referência servirão de exemplo para a melhoria da qualidade do ensino fundamental nos municípios inseridos na Área de Proteção Ambiental do Pratigi e Presidente Tancredo Neves

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Educação de qualidade constitui um dos princípios básicos para a formação do ser humano. Por meio desse estímulo, o indivíduo tem suas potencialidades valorizadas e se torna um importante ator para o desenvolvimento econômico e social de uma região.

Uma das iniciativas que fortalece essa ideia é o Programa Escolas Referência, que traz como proposta garantir a melhoria do sistema de educação fundamental do Baixo Sul da Bahia, integrando o desempenho escolar do aluno e a atuação dos professores em sala de aula. “Esta ação representa uma tentativa de criar ‘pequenos modelos de gestão pública educacional’ para que possam ser replicados em larga escala em médio prazo”, reitera Wolgrand Ribeiro, Consultor Educacional da Fundação Odebrecht.

O projeto irá atender unidades de ensino público localizadas nos municípios que compõem a Área de Proteção Ambiental (APA) do Pratigi - Escola Municipal Celina Pinheiro Gomes, em Nilo Peçanha; Escola Maria Amélia, em Ituberá; Escola Municipal Domingos Mucugê, em Piraí do Norte; Escola Maria Lima Moreira, em Igrapiúna; e Grupo Escolar Edson Ramos de Almeida, em Ibirapitanga - e mais uma situada em Presidente Tancredo Neves, a Escola Municipal Ana Nery.

Capitaneada pelo Consórcio Intermunicipal da APA do Pratigi (Ciapra), e apoiada pela Fundação Odebrecht, a iniciativa se propõe a alcançar importantes objetivos, como identificar professores líderes; melhorar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb); promover a inclusão digital em articulação com as Casas Familiares e a Casa Jovem; e realizar metas do compromisso “Todos pela Educação”. Além disso, professores tutores em português e matemática apoiarão toda a rede municipal de ensino.

As unidades foram selecionadas por apresentarem o perfil educacional para participação no programa: escola municipal que ofereça a primeira etapa da formação fundamental, seja de médio porte (350 a 400 alunos) e preze por uma forte sinergia entre diretores, professores, pais e alunos. A avaliação institucional durou três meses e as ações começarão no ano letivo de 2011. “Se em dezembro de 2012 o programa estiver em sua plenitude, estarei concretizando um sonho educacional acalentado há 30 anos”, completa Wolgrand.
 

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