13h17

Economia Rural

Com o trabalho das cooperativas, Baixo Sul da Bahia vem consolidando seu desenvolvimento

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Rico por sua biodiversidade e paisagens naturais, o Baixo Sul da Bahia demonstra grande potencial de crescimento e produtividade, sendo necessária a realização de ações que transformem oportunidades em resultados. As cooperativas ligadas ao PDCIS, por apoiar seus associados com orientação técnica e financeira, vêm contribuindo para a geração de trabalho e renda e fortalecimento da economia formal nos municípios onde atuam.

Atualmente, 1.200 famílias estão cooperativadas e produzem mandioca, palmito e peixe, além de artesenatos, vassouras e biojoias a base de piaçava. Um dos fatores contributivos nesse processo é a captação de créditos via Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Em 2009, os cooperados foram beneficiados por 72% da arrecadação captada para toda região do Baixo Sul. Outro destaque é o município de Igrapiúna, segundo maior produtor de palmito cultivado do Brasil. Dados de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam o aumento da sua produção em relação a 2005: de 420 a 8.625 toneladas. Na lista de maiores produtores ainda constam Ituberá e Camamu entre as dez primeiras cidades, assumindo as 7ª e 8ª posições, respectivamente, em decorrência da presença e atuação da Coopalm.

Representando outro indicador de crescimento, o Consórcio Intermunicipal da Área de Proteção Ambiental do Pratigi (Ciapra) tem contribuído para o desenvolvimento da região e constitui um novo estágio na governança regional. Isso facilita acordos que viabilizam recursos do Governo Federal e de outros parceiros aos municípios que compõem a APA do Pratigi – Nilo Peçanha, Ituberá, Piraí do Norte, Igrapiúna e Ibirapitanga.

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