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Educação como alicerce do ser humano

Mais do que educadores, participantes do Programa de Formação Continuada tornam-se líderes. Durante o curso, eles ainda são estimulados a repassar o conhecimento que adquiriram por meio da prática diária do trabalho

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Aprimorar a atividade pedagógica, entendendo que a educação deve ser dinâmica, centrada no indivíduo e na sua capacidade de interpretar e produzir novos saberes. Esse é o cerne do Programa de Formação do Corpo Docente das Unidades de Ensino do PDCIS. Na edição de 2012, monitores, assessores e secretários de casas familiares - instituições educacionais sediadas no interior baiano - compartilharam conhecimentos da área e participaram de debates sobre diferentes temas, como políticas públicas e Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO).

A programação também contou com palestras de Thereza Penna, Coordenadora do Centro de Avaliação da Fundação Cesgranrio, e Ricardo Voltolini, Diretor-Presidente da empresa Ideia Sustentável. “Essa iniciativa buscou mostrar aos docentes (com graduações em Agronomia, Zootecnia, etc.) que educar é ter liberdade, autonomia e disciplina”, pontuou Joana Almeida, responsável pelo Programa e assessora educacional da Fundação Odebrecht.

No dia 15 de fevereiro, em cerimônia realizada no auditório do Núcleo do Conhecimento do Edifício Sede da Odebrecht, em Salvador (BA), os participantes receberam certificados de conclusão diretamente das mãos do Presidente Executivo da Fundação Odebrecht, Mauricio Medeiros. O evento também foi marcado pelo lançamento do Manual do Monitor: o trabalho como princípio educativo, papéis e responsabilidades, publicação que traz a sistematização do trabalho pedagógico e visa se tornar um guia para os educadores. “O Manual é o início de todo o processo. Em 2013, o objetivo é promover a sucessão do conhecimento. Os atuais monitores estão aptos para repassar a formação que tiveram aos mais novos”, completou Joana.

Na abertura, Robson Kisaki, diretor de ensino da CFR-I, enfatiza a importância do Manual do Monitor

No discurso de abertura do encontro, assinalado por momentos de emoção e troca de experiências, Robson Kisaki, diretor de ensino da Casa Familiar Rural de Igrapiúna (CFR-I), relatou o principal papel dos educadores. “Fico feliz em ver que nosso trabalho está amadurecendo e cumprindo seu objetivo de transformar a vida de pessoas. A proposta é manter o entusiasmo e compromisso com essa missão”.

Já Maurílio de Jesus, secretário escolar da Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN), agradeceu a confiança de todos e dividiu a satisfação pelos resultados alcançados. “Concluí o ensino médio na CFR-PTN e hoje estou tendo a oportunidade de contribuir na educação de outros jovens”. Romildo Oliveira, orador da turma e diretor de ensino na Casa Familiar Agroflorestal (Cfaf), finalizou: “É só olhar no rosto do jovem para reforçar que devemos progredir sempre e de fazer a diferença na vida de cada um”.

Participantes do evento

Casas Familiares
As casas familiares se constituem como instituições de ensino que oferecem uma matriz curricular voltada para a realidade de jovens da zona rural. No PDCIS – Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade do Mosaico de Áreas de Proteção Ambiental do Baixo Sul da Bahia – essas unidades disponibilizam uma formação de três anos, com reconhecimento do Ministério da Educação, pautada na metodologia denominada Pedagogia da Alternância. Atualmente, três casas familiares fazem parte do escopo do programa – CFR-PTN, CFR-I e Cfaf -, que se integram por meio do Conselho de Ensino. “É gratificante acompanhar o amadurecimento dos jovens e ver o quanto eles contribuem para a melhoria de vida de suas famílias”, reforça Maria Gilcilene, monitora da CFR-PTN.

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