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Espírito de servir

Técnicas agrícolas são passadas por jovens aos agricultores e contribuem com o desenvolvimento local. Conheça como Érico Araújo, egresso da Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves, mobiliza a região onde vive

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O jovem egresso da Casa Familiar contribui com comunidades da região


Espírito de servir: isto é o que move érico Araújo, 23 anos. Ele assumiu como missão difundir o conhecimento adquirido nos anos que estudou na Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN) para as comunidades do Baixo Sul da Bahia. Atual Técnico Agrícola na Organização de Conservação da Terra (OCT), o jovem empresário rural se sente realizado em contribuir com o desenvolvimento da região onde vive.

A implantação de um projeto na propriedade da agricultora Lourdes Malta, 58 anos, é um exemplo. Moradora da comunidade Cachoeira Alta, localizada no município de Piraí do Norte (BA), Lourdes e sua família contam com o apoio da OCT para implementar um Sistema Agroflorestal (SAF), método de plantio que contempla diferentes culturas. “O SAF é inserido de forma gratuita, possibilitando um meio de garantir renda à unidade-família. Funciona como uma contrapartida para o produtor rural, que destina parte de sua terra para conservar a mata nativa”, explica Volney Fernandes, Líder de Serviços Ambientais na OCT.

Foi em uma visita à propriedade de D. Lourdes, como é conhecida, que Araújo descobriu que uma das fontes de renda era a venda de hortaliças. “Lembrei-me de um projeto desenvolvido quando estudava na CFR-PTN: o PAIS – Produção Agroecológica Integrada e Sustentável – que permite promover uma agricultura sustentável, sem agressões ao meio ambiente e possibilitando uma alimentação saudável”, diz.


Dona Lourdes em sua propriedade: mudança com o apoio de érico
 

A implantação do modelo PAIS ajudou a mudar os hábitos da produtora Lourdes e ampliou seus resultados e renda, que semanalmente teve um incremento médio de R$ 100. “Comecei plantando em uma área pequena e agora com todo o meu conhecimento aplicado meus cultivos ocupam quase todo o quintal”, elogia.

A nova produtora da região se diz satisfeita com a colheita e motivada com novos conhecimentos e o desenvolvimento das atividades. O técnico da OCT também está contente. “Eu me sinto muito realizado quando ouço o depoimento dela, pois o meu objetivo foi sempre transferir conhecimento aos que não tiveram acesso a uma educação voltada para o campo”, conclui Araújo.

A CFR-PTN e OCT são instituições ligadas ao Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade do Mosaico de áreas de Proteção Ambiental do Baixo Sul da Bahia (PDCIS), fomentado pela Fundação Odebrecht com o apoio de parceiros públicos e privados.

*Texto escrito por Erika Cotrim, Interlocutora de Comunicação da Organização de Conservação da Terra
 

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