08h50

Transformação social e educacional

Conheça um pouco da história de Aslan Villas Boas, Presidente do Conselho Fiscal da Coopalm e associado da Coopatan

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Há sete anos a vida do agricultor Aslan Villas Boas, 52 anos, da comunidade de Três Ladeiras, município de Taperoá (BA), foi transformada não só em termos financeiros, mas também na vertente educacional. Cacauicultor de origem, percebeu, em 2008, que precisava procurar novas fontes de renda após a praga “vassoura de bruxa” prejudicar suas produções ao longo dos anos. “Vi então na banana-da-terra a oportunidade de aumentar a minha fonte de sustento”. Para beneficiar e comercializar o produto, o agricultor associou-se à Cooperativa de Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan).

Tempos depois, por meio de conversas com agricultores da região, Aslan ouviu falar do palmito de pupunha e da Cooperativa de Produtores de Palmito do Baixo Sul (Coopalm). “Fui convidado a me cooperar e a implantar uma área desse cultivo. Além do completar a minha renda, a cooperação despertou a minha vontade de aprofundar-me nos estudos das culturas”. Dedicado, ele participa de cursos e procura manter-se sempre muito bem informado sobre o agronegócio.

Exemplo para os colegas e produtores da região, em 2012 foi convidado a fazer parte do Conselho Fiscal da Coopalm como presidente. Segundo ele, o conselho tem o objetivo de fazer um trabalho cuidadoso e transparente, pensando sempre no crescimento da instituição. “Ano após ano estamos aumentando os rendimentos, as áreas plantadas e o trabalho da indústria e dos cooperados”, diz.

Para Raimundo Santos, presidente da Coopalm, exemplos como o de Aslan tornam a associação ainda mais forte. “Ver as transformações na vida das pessoas é o que faz o nosso trabalho valer a pena”, relata. Raimundo visita, frequentemente, as propriedades dos cooperados e os assiste quanto ao planejamento e execução dos plantios, além de compartilhar informações com eles sobre técnicas agrícolas.

A Coopalm e a Coopatan orientam técnica e financeiramente agricultores familiares, promovendo a geração de trabalho e renda, com cidadania e respeito ao meio ambiente. Elas fazem parte do Pacto de Governança do Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade do Mosaico de áreas de Proteção Ambiental do Baixo Sul da Bahia – PDCIS, apoiado pela Fundação Odebrecht e parceiros públicos e privados.

Atualmente, Aslan permanece produzindo cacau com o auxílio de parceiros rurais, mas é do palmito de pupunha e da banana-da-terra que vêm a sua maior fonte de renda. Esperançoso com as chuvas previstas para o primeiro semestre do ano, tem a convicção de que escolheu o caminho certo. “Possuo três fontes de sustento e uma bagagem de conhecimento que me tornam um produtor cada vez melhor. Agora, ao pensar no futuro, não tenho mais incertezas como antes”, finaliza.

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