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Dia Internacional do Cooperativismo

Saiba mais sobre as Cooperativas Estratégicas do Baixo Sul da Bahia, que agregam agricultores e aquicultores familiares responsáveis pelo cultivo de toneladas de alimentos por ano

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Em 1994, a Aliança Cooperativa Internacional instituiu o dia Internacional do Cooperativismo, com o objetivo de comemorar, no primeiro sábado de julho de cada ano, a confraternização de todos os povos ligados ao movimento. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), desde associações de pequeno porte até em contratos milionários em escala global, as cooperativas operam em todos os setores da economia, contam com mais de 800 milhões de associados e garantem 100 milhões de empregos no mundo. No Brasil, a cooperação vem ganhando proporções como mecanismo de transformação social. “Estou cada vez mais convencido que o cooperativismo é o caminho para construirmos uma sociedade mais justa”, afirmou o ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, durante encontro ligado ao cooperativismo, em 2015.

Com forte atuação no Baixo Sul da Bahia, as cooperativas que integram o Pacto de Governança da Fundação Odebrecht, através do PDCIS - Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade, foram desenvolvidas a partir da vocação econômica da região, visando atingir a novos padrões de qualidade e promover a inclusão social. São chamadas “estratégicas” por dominarem toda a cadeia: produção rural, industrialização e comercialização. Os agricultores familiares acessam tecnologias que possibilitam ampliar a produtividade e agregar valores econômicos e sociais. Contam ainda com o apoio na venda, por meio de parcerias especializadas. Com isso, as famílias produtoras têm maior retorno de renda com o cultivo de mandioca (para produção de farinha de mesa), hortifrútis, pupunha (para palmito em conserva) e aquicultura (para produção de filé de peixe).

Três cooperativas integram o Programa PDCIS e beneficiam mais de 770 associados. Criada em 2004, a Cooperativa dos Produtores de Palmito do Baixo Sul da Bahia (Coopalm) orienta técnica e financeiramente os agricultores familiares que cultivam palmito de pupunha. As hastes entregues à cooperativa são beneficiadas, dando origem ao pote de palmito em conserva. O processo tem certificados ISO 9001 (Gestão da Qualidade), ISO 14001 (Gestão Ambiental), FSSC 22000 (Segurança do Alimento), além do selo de Agricultura Familiar (Federal e Estadual) e selo Superior Taste Awards. Em 2014, os associados colheram mais de 5,2 milhões de hastes e acumularam um faturamento superior a R$ 25 milhões.


Coopalm

A Cooperativa de Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan) completa 15 anos em 2015 e garante renda e qualidade de vida às famílias associadas, além de ofertar produtos de qualidade aos parceiros sociais e clientes. Por meio da cooperativa, os associados comercializam banana, aipim e abacaxi, farinha de mandioca e massas de puba e aipim. Somente em 2014, foram cultivadas 3.300 toneladas (t) de mandioca, 3.000 t de banana-da-terra, 600 t de aipim e 360 mil unidades de abacaxi. A Cooperativa registrou um faturamento de mais de R$ 10 milhões.


Coopatan

Já a Cooperativa dos Aquicultores de águas Continentais (Coopecon) é fruto de mobilização social de piscicultores e famílias da zona rural e apoia os cooperados com assistência técnica, beneficia e comercializa os pescados produzidos por eles, cobrindo a cadeia da tilápia desde 2010. Seus associados contam com uma Unidade de Beneficiamento de Pescado certificada pelo Serviço de Inspeção Federal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que possibilita a fabricação de subprodutos, ampliando a renda. Somente em 2014, foram mais de 880 toneladas de peixe e um faturamento superior a R$ 9 milhões.


Coopecon

 

 

 

 

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