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Seminários Rurais possibilitam a troca de experiências e difusão de conhecimentos junto à comunidade

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O ensino nas Casas Familiares que fazem parte do Programa PDCIS, da Fundação Odebrecht, vai muito além da relação educador e aluno. Família e comunidade são envolvidas na busca do desenvolvimento sustentável da região. Uma das ferramentas para essa integração são os seminários rurais, palestras realizadas pelos estudantes do primeiro ano de formação, que possibilitam a troca de experiências e difusão de conhecimentos junto à comunidade.

Segundo Rita Cardoso, Diretora da Casa Familiar Agroflorestal (Cfaf), com a transferência de tecnologia e aprendizado, os jovens se tornam agentes multiplicadores de conhecimento. “é uma oportunidade de compartilhar com os vizinhos, colegas, associados e cooperados suas visões de futuro”, disse. Para a realização dos seminários rurais, os estudantes, orientados pelos seus monitores, fazem uma pesquisa participativa com temas de relevância local, indo a campo entrevistar os moradores das suas respectivas comunidades, onde a mobilização será realizada. Os primeiros seminários aconteceram no dia 24 de abril nas comunidades de Cachoeira Grande, Itiúba e na comunidade de Areinha, município de Taperoá (BA), mobilizando cerca de 87 pessoas.

Na Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN), o primeiro seminário ocorreu no dia 18 de abril e mobilizou cerca de 56 pessoas na comunidade Ronquinho, no município de Teolândia (BA). “Pude levar mais conhecimento. Essa é uma porta para que possamos nos desenvolver e crescer”, afirmou Arilma Hungia, aluna da CFR-PTN. A expectativa, segundo o diretor Quionei Araújo, é que mais de 35 seminários sejam realizados em 2016 pela instituição de ensino.

Para a aluna da Casa Familiar Rural de Igrapiúna (CFR-I), Nubiane Souza, todo o nervosismo de falar em público foi superado com sua primeira apresentação, realizada em Camamu (BA). “Não imaginava que um dia poderia repassar meus aprendizados para tantas pessoas. Pude mostrar o que é certo e vi que todos estavam gostando, pois teve muita interação”, afirmou. Segundo o diretor da CFR-I, Robson Kisaki, a previsão é que sejam realizados 24 seminários sobre assuntos como solos, adubação, meio ambiente, equipamentos de proteção individual, saneamento básico e agricultura. Um total de 600 participantes deverão ser impactados.


Nubiane Souza (à direita), da CFR-I, levou conhecimento a sua comunidade 

Na Casa Familiar das águas (CFA), os alunos do Curso de Qualificação em Aquicultura, que possui duração de um ano, também realizam a atividade. Voltados a temas que envolvem a aquicultura, cinco seminários deverão ser realizados em 2016, com uma estimativa de público total de 75 pessoas. Para a diretora da CFA, Adriana Freitas, trata-se de “uma ação que contribui para a formação do jovem enquanto cidadão crítico e participativo no destino de sua comunidade, além de divulgar a aquicultura e as potencialidades dessa atividade como geradora de trabalho e renda na região”.

 

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