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Modelo de sustentabilidade

Experiência de programa da Organização de Conservação da Terra serve como referência para outras regiões

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Na busca de promover o debate sobre os impactos das mudanças climáticas, a Organização de Conservação da Terra (OCT), apoiada pela Fundação Odebrecht através do Programa PDCIS, vem mostrando suas experiências na área de Proteção Ambiental (APA) do Pratigi, localizada na região do Baixo Sul da Bahia, em encontros como o ocorrido no dia 25 de maio, no Núcleo Papuã, em Ibirapitanga (BA). Promovido pela Associação de Municípios da Região Cacaueira da Bahia (AMURC), reuniu mais de 50 representantes do primeiro, segundo e terceiro setor, a exemplo da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSBA), Ministério Público do Estado da Bahia - Núcleo Mata Atlântica (NUMA) e Consórcio Intermunicipal da Mata Atlântica, com o objetivo de pensar estratégias para frear a crise hídrica na região.

Volney Fernandes, Diretor Executivo da OCT, apresentou os resultados do Programa de Serviços Ambientais (PSA), com a experiência do Projeto Produtor de água Pratigi, executado pela instituição desde 2012. “Nosso objetivo sempre foi desenvolver um modelo que pudesse ser replicado. O Programa de PSA foi implementado para influenciar a criação de políticas públicas, a exemplo do município de Ibirapitanga, por entender que estruturas menores de governo podem incentivar as esferas estadual e federal e servir como base para que outras pessoas e instituições colaborem e fortaleçam uma governança para a sustentabilidade”, afirmou. Segundo Luciano Veiga, Secretário Executivo da AMURC, o exemplo serviu como inspiração. “Já tínhamos o desejo de criar um programa voltado para produção de água. A ideia é trazer pluralidade ao processo e a OCT vai ser o nosso norte, como um centro de referência não apenas do ponto de vista teórico, mas também prático”, disse. 

Antônio Almeida, Secretário Municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Ibirapitanga, chamou atenção para a necessidade de expandir projetos como esse. “O nosso sentimento é de alegria por poder contribuir para a prosperidade das futuras gerações. Esperamos continuar sendo exemplo e desejamos que esta política avance no Estado da Bahia”, afirmou. Yuri Mello, Promotor do NUMA, completou. “O trabalho que a OCT desenvolve neste sentido serve de inspiração para todos os outros que tenham o desejo de melhorar a região”. Ao final do encontro, os representantes das instituições se comprometeram em apoiar a criação de um projeto similar ao da OCT na Bacia do Rio Almada (BA).


O evento reuniu reuniu mais de 50 representantes do primeiro, segundo e terceiro setor

Centro de referência e conhecimento

O Núcleo Papuã é utilizado como grande espaço de troca de conhecimentos e de agendas positivas, com a difusão de temas de interesse público ligados à sustentabilidade, educação e consciência ambiental, como o evento da AMURC. O espaço está a serviço da Fundação Odebrecht, dos seus Programas e de seus Parceiros, com estrutura onde são realizados eventos e reuniões. Também abriga um escritório da Fundação Odebrecht e a sede da Organização de Conservação da Terra.

Segundo dados da OCT, cerca de 50 pessoas participam, por mês, de visitas, reuniões, oficinas e capacitações. Para Volney Fernandes, “o objetivo é tornar o local como um centro de difusão e tecnologia socioambiental, além de aproximar cada vez mais comunidade e parceiros de nossas ações e programas institucionais”. Em 2015, foram realizados 37 eventos no Centro, que mobilizaram mais de 580 pessoas.


 

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