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Formação para a vida

Nas instituições apoiadas pelo PDCIS, diálogos e práticas sobre ética, integridade e transparência são rotineiramente vivenciados

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Nas Casas Familiares Rurais, falar sobre ética é mais do que discutir, em sala de aula, obras e conceitos formulados por Sócrates ou Kant. “é no dia a dia”, afirma Ionei Silva, aluno do terceiro ano da Casa Familiar Rural de Igrapiúna (CFR-I). “Aqui, vivemos o tema a todo o momento”.

Ele é um dos mais de 300 estudantes que, atualmente, fazem parte do corpo discente das três escolas técnicas rurais apoiadas pela Fundação Odebrecht por meio do Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade (PDCIS) no Baixo Sul da Bahia: Casa Familiar Agroflorestal (Cfaf), Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN), além da própria CFR-I.

O trabalho com foco em ética, integridade e transparência tem sido constante junto às instituições que compõem o Programa e não é algo recente. “Essas são práticas já adotadas. Dentro do PDCIS, o assunto sempre foi prioridade”, explica Thiago Maciel, responsável por Parcerias Sociais na Fundação Odebrecht. Agora, em resposta à demanda da sociedade brasileira que acompanha mais de perto o uso de recursos, principalmente público, o tema aparece ainda com mais força.

Comprometimento de todos

“Colocar o assunto em evidência fortalece as ações já praticadas e formalizadas em cada código de conduta das próprias instituições. O que estamos fazendo agora é um alinhamento conceitual visando reforçar o papel de cada um em promover um ambiente onde as relações são pautadas nos princípios éticos, no compromisso com a transparência e na atuação íntegra”, explica Maciel.

Nas Casas Familiares, por exemplo, disciplinas como Sociologia, Filosofia, ética e Cidadania oportunizam aos alunos que debatam diretamente sobre a importância de uma atuação clara e transparente. A isso ainda estão aliados documentos institucionais adotados por cada Casa como Estatuto Social, Regimento Escolar, Código de Conduta e Regulamento de Compras e Contratações.


Prestadores de serviço também têm participado de seminários e workshops para debater o assunto

De acordo com Maciel, o que foi potencializado no PDCIS é “a sinergia entre práticas e discursos que estão de acordo com os princípios e exigências de conformidade, para nos certificarmos de que tudo está sendo feito de forma correta”. E, também, uma preocupação em expandir essas noções para as comunidades nas quais as organizações apoiadas estão inseridas.

Para isso, estão sendo realizadas no Baixo Sul da Bahia ações multiplicadoras que estabelecem um diálogo sobre princípios, formas íntegras de atuação, legislação e governança. Em abril, equipes da Fundação Odebrecht se reuniram com as lideranças das instituições apoiadas justamente para apresentar um workshop sobre o tema e mostrar a importância de estar de acordo com os padrões de conformidade. Desde então, isso tem sido replicado para grupos de pais de alunos, fornecedores e funcionários, por exemplo.

Segundo Cristiane Nascimento, responsável pelo PDCIS, “esta é uma ação que reforça o papel da Fundação Odebrecht de influenciar positivamente diante do exemplo, da troca de expertises e da capacitação das comunidades em prol de uma sociedade mais justa e ética, acentuando o compromisso com investidores sociais, poder público e sociedade”.

Diálogo constante

 “A ética ultrapassa o ambiente escolar. A vivência dos alunos traz esses princípios para o dia a dia”, comenta Lázaro Rodrigues, assessor pedagógico da Cfaf. “Trabalhamos isso na escola. E os meninos estão levando o tema para suas comunidades por meio dessas ações multiplicadoras”. Quionei Araújo, Diretor da CFR-PTN, completa: “Isso já estava inserido na rotina dos estudantes e agora temos uma formalização desses procedimentos”.

Na Organização de Conservação da Terra (OCT) e na Cooperativa dos Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan), instituições que também fazem parte do PDCIS, a máxima é a mesma: preza-se por um relacionamento coeso, ético e claro com agricultores, comerciantes e prestadores de serviço. 

De acordo com Eduardo Mamédio, Coordenador de Projetos na OCT, os produtores do Baixo Sul também têm tido boa receptividade ao trabalho com o assunto. “Toda a região tem ganhado com a disseminação dos temas de ética, integridade e transparência e as ações multiplicadoras que compõem os diálogos entre indivíduos”.

 

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