10h00

Em cada semente

Conheça a história da horta de Lourdes Mamédio, cultivada na Fazenda Tubarão com o apoio da Organização de Conservação da Terra (OCT)

Compartilhe
Tamanho do texto

Antes de se aposentar, Dona Lourdes Mamédio era professora. Hoje, casada com Seu Arival, descobriu na Fazenda Tubarão, em Piraí do Norte (BA), lugar onde mora com o marido e o neto, um jeito diferente de seguir a vida. “Não me aposentei para trabalhar no campo, nunca gostei de mexer assim na terra”, conta. Mas, de um jeito ou de outro, foi o que aconteceu. Em 2011, o casal comprou um terreno de baixa produtividade e que precisava urgentemente de melhorias. “Quando pegamos isso aqui, tinha muito o que fazer. Trabalhamos bastante para chegar ao ponto em que está hoje”.

Essa mudança aconteceu quando a Fazenda Tubarão começou a receber o auxílio técnico da Organização de Conservação da Terra (OCT), instituição apoiada pela Fundação Odebrecht por meio do PDCIS (Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade), que ajudou o casal na recuperação das nascentes da propriedade e na diversificação do seu plantio. E foi justamente a partir da influência de um técnico da OCT que Dona Lourdes começou a se envolver com a produção da Fazenda. Ela conta que queria fazer uma casinha para as galinhas e, nisso, foi aconselhada a ter uma pequena plantação em volta. Começou sua horta, então, com um pé de pimentão e sem muitas expectativas.

Mas não deu muito certo. “Não teve nenhum pimentão. Eu me chateei e queria cortar”, diz. A equipe da OCT, no entanto, orientou que Dona Lourdes tivesse um pouco mais de paciência. Manteve o cuidado com a terra, aprendeu a cuidar das sementes e investiu no manejo orgânico. No fim das contas, quando a horta começou a dar resultados, ela passou a vender nas feiras o excedente do que produzia na sua terra e expandir a renda da família.


Produção faz parte da alimentação diária da família e o excedente é vendido em feiras 

Lá, passou a plantar coentrinho, cenoura, aipim, alface, rúcula e, claro, o seu pimentão, que acabou vingando mais para a frente – tudo em pequena escala e que ela própria consegue manter, com uma ajudinha aqui e acolá. Faz, também, bolos assados à lenha, os quais vende para uma freguesia fiel. “Do aipim, eu faço bolo”, comenta. “Toda semana tem encomenda, eu tenho meus clientes”. “Vivo outra vida de quando era professora. é mais sossegada”, afirma Dona Lourdes. Na varanda da casinha rosa onde mora, vasilhas repletas com as produções da horta aguardam para serem vendidas ou consumidas pela família. “Tudo isso surgiu da horta”, diz com orgulho. “Tem vezes em que até esqueço da minha casa. Passo o dia aqui”.

Para saber mais sobre histórias como a de Dona Lourdes, continue acompanhando o trabalho da Fundação Odebrecht no site e nas redes sociais (Facebook, Instagram e LinkedIn).

Receba nossas novidades:
Basta informar seu nome e melhor e-mail!
2018 - 2019. Fundação Odebrecht. Todos os direitos reservados.
Produzido por: Click Interativo - Agência Digital