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Conteúdo especial: o jovem como foco de atuação

Na segunda parte da série que relembra marcos dos 30 anos da escolha da missão da Fundação Odebrecht, conheça mais ações desenvolvidas em prol da juventude

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Em 1988, a Fundação Odebrecht assumia um novo compromisso com a sociedade brasileira: a missão de educar para Vida, pelo Trabalho, para Valores e superação de Limites. Com isso, a juventude passou a ser o foco do trabalho da instituição, que, desde então, vem fomentando uma série de ações em prol da educação, colocando o jovem no centro das iniciativas e estimulando o Protagonismo Juvenil.

Agora, em 2018, a Fundação comemora os 30 anos da escolha de sua missão. Para celebrar a data, resgatamos marcos importantes dessa história. Confira abaixo, na segunda parte da série de matérias especiais sobre o tema, algumas ações desenvolvidas em parceria com o jovem.

Construindo o futuro

Desde o ano de 1992, quando ainda se chamava Fundação Emílio Odebrecht (FEO), alguns livros relacionados à filosofia formativa do Protagonismo Juvenil foram publicados com o apoio da instituição, com temas como educação sexual, políticas públicas para jovens e melhorias nas escolas.
 
O Inventário de Materiais Educativos sobre Saúde Sexual e Reprodutiva de Adolescentes foi editado pela FEO em 1992. A obra continha um levantamento dos materiais educativos sobre saúde sexual e reprodutiva de adolescentes escritos em português e publicados no Brasil. Depois, em 1993, o livro Educação Sexual: Novas Ideias, Novas Conquistas, organizado por Marcos Ribeiro, também foi lançado com o apoio da FEO. 

 


 

Confira a lista completa de publicações 

Inventário de Materiais Educativos sobre Saúde Sexual e Reprodutiva de Adolescentes (Fundação Odebrecht) - 1992

Educação Sexual: Novas Ideias, Novas Conquistas (Marcos Ribeiro, org.) - 1993

A Direção do Olhar do Adolescente: Focalizando a Escola (Ana Luiza Buratto, Maria Rita Coelho Dantas e Maria Thereza Oliva Marcílio de Souza) - 1997

Afetividade e Sexualidade na Educação: Um Novo Olhar (Fundação Odebrecht) - 1998

Rumo a um Novo Despertar (Fundação Odebrecht) – 1998

Aprendendo a Ser e a Conviver (Margarida Serrão e Maria Clarice Baleeiro) - 1999

Pesquisa ANDI - Os Jovens na Mídia (ANDI) – 2000

Protagonismo Juvenil: Adolescência, Educação e Participação Democrática (Antônio Carlos Gomes da Costa e Maria Adenil Vieira) - 2000

Sexualidade do Adolescente: Fundamentos para uma Ação Educativa (Vilma de Souza, Maria Clarice Baleeiro, Maria José Siqueira e Ricardo Cunha Cavalcanti) – 2000

Cadastro Nacional de Iniciativas Não-Formais de Educação Profissional de Adolescentes (Fundação Odebrecht) - 2001

Juventude, Solidariedade e Voluntariado (Vilma de Souza) – 2004


Livros publicados com o apoio da Fundação ajudaram a sistematizar o conceito de Protagonismo Juvenil

 


Educação como fator de mudança

Segundo dados divulgados em 2010 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o índice de pessoas entre 15 e 17 anos matriculadas na escola na década de 1990 era de 59,7%. No contexto geral do Brasil, naquele período, a falta de qualidade na educação era tida como um dos principais problemas sociais.

Para iniciar uma discussão sobre como melhorar esse cenário, nos anos de 1994 e 1995, a Fundação lançou a campanha Só a Escola Corrige o Brasil. Em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o propósito da iniciativa era mobilizar a sociedade brasileira em torno da garantia de um ensino fundamental público de qualidade, a permanência e o sucesso das crianças na escola.


Campanha incentivava a busca por melhorias na qualidade do ensino brasileiro

Também em 1994, a instituição apoiou o Programa Educação Afetivo-Sexual, que promoveu a integração entre a escola e a unidade de saúde no estado de Minas Gerais. O objetivo era ajudar a reduzir o número de mães adolescentes do Brasil a partir da educação e da conscientização. A ação confirmava os novos rumos do país e melhorava a relação entre professores e alunos, configurando um modelo para trabalhar valores e posturas essenciais à vida moderna no ambiente da escola.


Programa Educação Afetivo-Sexual foi uma das iniciativas que promovia interação entre escola e unidade de saúde

A educação continuava no centro das preocupações da Fundação Odebrecht. Foi assim que, entre os anos de 1997 e 2000, uma das iniciativas fomentadas pela instituição foi o Pacto do Sítio do Descobrimento pela Educação, um movimento cidadão de cinco municípios baianos. Articulados pela Fundação Odebrecht, os prefeitos de Belmonte, Eunápolis, Porto Seguro, Prado e Santa Cruz Cabrália, representantes da sociedade civil local, empresários, o Instituto Ayrton Senna e o Ministério da Educação decidiram formalizar, em outubro de 1997, o compromisso de lutar para ter todas as crianças da região sítio do descobrimento do Brasil na escola até o ano 2000, quando o país celebraria seus 500 anos.


Pacto assumia o compromisso de lutar pela educação de jovens da região do sítio do descobrimento do Brasil

“Sei do poder que os jovens têm para transformar o ambiente em que vivem”, afirmou Ariane Piedade, que participou do Pacto em 1998. “Nossa formação era em questões de cidadania, meio ambiente e educação sexual. Também tivemos acesso a alguns cursos profissionalizantes”, lembra Ariane em entrevista concedida à Fundação Odebrecht em maio de 2008, na qual ressaltou o papel que a iniciativa teve em sua formação.

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