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Beneficiárias são mestres de cerimônia da Reunião Anual da Odebrecht

Carolaine Sena e Gabriela Rocha foram as mestres de cerimônia do evento, que reuniu lideranças do Grupo Odebrecht em São Paulo (SP)

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Carolaine Sena e Gabriela Rocha têm apenas 19 e 16 anos, respectivamente. As jovens são estudantes de cursos técnicos integrados ao ensino médio oferecidos pelas Casas Familiares, escolas parceiras da Fundação Odebrecht na realização do seu Programa Social, o PDCIS. Este ano, elas saíram do Baixo Sul da Bahia e viajaram de avião pela primeira vez com uma missão especial: serem mestres de cerimônia da Reunião Anual da Odebrecht, evento tradicional que reuniu 150 líderes de todos os Negócios, na última sexta-feira, dia 13, no edifício da Odebrecht, em São Paulo.

Com o tema “Oportunidades, mobilização e resultado”, a Reunião Anual deste ano convidou os participantes a refletirem sobre o momento e as oportunidades que permitirão ao Grupo Odebrecht voltar a crescer.

Esta é a primeira vez que jovens do Baixo Sul da Bahia foram convidados para serem apresentadores do encontro. As meninas brilharam e foram muito elogiadas por diversos líderes. O conselheiro Roberto Faldini, por exemplo, falando em nome do Conselho de Administração da Odebrecht S.A., comentou, admirado: “Ver as meninas do Baixo Sul participando do nosso encontro, com essa desenvoltura, foi emocionante.” O convite reforçou o papel da Fundação Odebrecht dentro do Grupo e a relevância de sua atuação na busca por uma sociedade com igualdade de oportunidades para todos.

Conheça a história das meninas

Beneficiárias da Fundação Odebrecht na Reunião Anual
Gabriela e Carolaine foram as mestres de cerimônia da Reunião Anual

Gabriela mora em Piraí do Norte, uma região de zona rural que tem ao mesmo tempo uma rica biodiversidade e baixos Índices de Desenvolvimento Humano e de escolaridade. Ela está no terceiro ano da Casa Familiar Agroflorestal (Cfaf), com sede em Nilo Peçanha (BA). Junto com sua família, desenvolve como empreendedora negócios de apicultura, banana e cacau.

“Estudar na Casa Familiar me abriu novas perspectivas. Eu adquiri conhecimento e evoluí como pessoa e cidadã. Hoje, tenho convicção de que posso fazer muita diferença na comunidade onde moro, ajudando a minha família e a muitas outras a fortalecer a agricultura familiar e aumentar a consciência ambiental”, diz Gabriela.

Carolaine é da cidade de Camamu, uma região também muito carente na Bahia. Ela se formou no último sábado, dia 14, na Casa Familiar de Igrapiúna (CFR-I), que, assim como a escola de Gabriela, também é apoiada pela Fundação Odebrecht. O maior sonho da jovem é ser uma grande produtora de chocolates para agregar valor ao cacau, que é um produto muito importante em sua região. “Hoje, eu sei que posso ser empresária e continuar no campo com qualidade de vida”, compartilha Carolaine.

Esta não é a primeira vez que as duas jovens discursam para um grupo grande de pessoas. As duas, assim como os demais estudantes das Casas Familiares, são formadas para terem participação ativa em suas comunidades, disseminando os conhecimentos construídos na escola para outros agricultores que muitas vezes não tiveram acesso a uma educação de qualidade. Por isso, elas já atuaram em seminários e palestras, principalmente quando os assuntos são cidadania, agricultura e sustentabilidade.

Em 2019, mais de 13 mil pessoas em 270 comunidades foram beneficiadas direta e indiretamente pelo PDCIS, o Programa Social da Fundação Odebrecht. Assim como Gabriela e Carolaine, mais de 1.200 jovens se formaram ou estão em formação nas Casas Familiares desde 2006.

Da esq. para dir.: Daniel Villar (Odebrecht S.A.), Fabio Wanderley (Fundação), Carolaine Sena, Rita Cardoso (Cfaf), Cristiane Nascimento (Fundação), Gabriela Rocha e Luciano Guidolin (Odebrecht S.A.)

 

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