11h11

Ações multiplicadoras garantem expansão do conhecimento

Mais de 150 ações multiplicadoras foram realizadas no ano passado por estudantes de uma das escolas parceiras da Fundação Odebrecht

Compartilhe
Tamanho do texto
Magnison dos Santos em uma de suas Ações Multiplicadoras

Em 2019, os estudantes da Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN), uma das escolas parceiras da Fundação Odebrecht, realizaram 197 ações multiplicadoras, entre seminários, Dias de Campo e palestras que levaram novos aprendizados para 4.988 produtores rurais do Baixo Sul da Bahia.

Magnison dos Santos, 16, aluno do 3º ano, foi responsável por seis dessas atividades. Ele, que está se tornando referência na comunidade onde mora, em Riachão do Chorão, no município de Presidente Tancredo Neves, conta que o processo de partilha é fundamental. “Se estou aprendendo sobre algo, não custa nada passar o conhecimento adiante. Eu gosto muito de fazer essas ações. Gosto de ver o brilho no olho de quem está participando”, diz.

Nas suas palestras, Magnison abordou temas como hortas escolares, sigatoka negra (uma doença destrutiva no da bananeira), gengibre e elementos químicos na agricultura familiar. “Acho que minha missão é levar para as pessoas que o campo é uma forma de sobrevivência e que o jovem pode sim permanecer na zona rural. Para 2020, estou com a meta de fazer dez ações multiplicadoras”, vislumbra o estudante.

Participaram das atividades pequenos produtores de 72 comunidades da região, contemplando as cidades de Presidente Tancredo Neves, Valença, Ubaíra, Taperoá, Teolândia e Wenceslau Guimarães. Katiane Gomes, secretária escolar e responsável por alinhar as ações junto aos jovens, explica que é preciso organizar tudo com bastante antecedência. “O planejamento tem uma importância total no processo, para eles saberem o que vão fazer e como vão abordar o conteúdo que será apresentado. Assim, diante do público, eles não se perdem, pois têm um objetivo traçado”, explica.

Segundo Katiane, a ação multiplicadora é um momento no qual os adolescentes exercem o protagonismo estimulado pela CFR-PTN durante a formação. “Eles compartilham o conhecimento técnico com quem não teve oportunidade. Isso é muito importante. O que buscamos é que todos aprendam e, depois, coloquem em prática”, diz.

Os preparativos para 2020 começaram no final do ano passado, visando cada vez mais a igualdade de gênero, questão ambiental, noções de empoderamento, trabalho com hortas escolares e estímulo à leitura junto às crianças da região. Mas, de acordo com Katiane, o essencial é “entender o que a comunidade precisa e, dessa forma, viabilizar que o aprendizado se multiplique”, completa.


 

Newsletter
Receba nossas novidades
Basta informar seu nome e melhor e-mail.
preload
2018 - 2020. Fundação Odebrecht. Todos os direitos reservados.
Produzido por: Click Interativo - Agência Digital