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Balanço do trimestre

Instituições parceiras da Fundação Odebrecht garantem resultados importantes para o Baixo Sul da Bahia

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O Baixo Sul da Bahia, que concentra cerca de 50% da sua população na zona rural, é marcado pelo trabalho de pequenos produtores que, ao lado de suas famílias, cultivam produtos que abastecem a região e, também, as prateleiras de grandes redes varejistas. Além do filão agrícola, a região apresenta rica biodiversidade, com predominância do bioma da Mata Atlântica e forte potencial hídrico. No entanto, reúne grandes desafios estruturais, como a violência, com taxas mais altas do que as nacionais, e a falta de saneamento básico adequado. 

Adilton do Nascimento comercializa sua produção
de banana da terra por meio da Coopatan

Desde 2003, a Fundação Odebrecht atua em parceria com instituições do Baixo Sul por meio do PDCIS, seu Programa Social, cujo objetivo é o de transformar social, econômica e ambientalmente as condições de vida das pessoas da região. Entre os resultados alcançados no primeiro trimestre de 2020, destaca-se o número de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica plantadas pela Organização de Conservação da Terra (OCT): foram 2.600. A instituição também realizou a adequação do sistema de saneamento de sete imóveis rurais com a instalação de Fossas Sépticas Ecológicas, que vão contribuir para reduzir indicadores referentes às condições insalubres de moradias na zona rural. De acordo com pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 31 milhões de pessoas vivem no campo e em comunidades isoladas no Brasil. Dessas, apenas 22% têm acesso a serviços adequados de saneamento básico.

Já as Casas Familiares, escolas parceiras do Programa, realizaram mais de 20 ações multiplicadoras sobre temas ligados às necessidades identificadas em cada comunidade dos jovens em formação e apoiou a implantação de 49 Projetos Educativo-Produtivos (PEPs), nos quais os estudantes recebem insumos para que produzam cultivos para o aprendizado prático e incremento de renda. A partir de PEPs como os implantados no primeiro trimestre de 2020, jovens agricultores têm o incentivo necessário para começaram seus negócios no campo. Para o Técnico em Agronegócio formado em uma das Casas Familiares, Raimundo Conceição, a educação recebida o preparou para o empreendedorismo. “Hoje tenho uma relação diferente com a comunidade. As pessoas me veem como uma referência”, afirmou.

Na Cooperativa de Produtores de Presidente Tancredo Neves (Coopatan), o destaque do trimestre vai para a quantidade de alimento produzida pelos agricultores associados. Foram mais de 440 toneladas de banana maçã e tipo terra e cerca de 100 toneladas de aipim comercializadas. Segundo o agricultor Adilton do Nascimento, a comercialização via cooperativa garante um preço melhor para sua produção. “Também temos acesso a informações e suporte técnico que nos preparam para enfrentar os desafios da colheita”, disse. De acordo com o Ministério da Agricultura, o cooperativismo agropecuário tem importante participação na economia brasileira, sendo responsável por quase 50% do PIB agrícola. 

Um dos destaques principais, no entanto, vai para a saúde. A partir de março, em atenção ao momento de pandemia enfrentado globalmente, a Fundação Odebrecht e suas instituições parceiras adaptaram suas rotinas de trabalho seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para conter a disseminação do novo Coronavírus e garantir a saúde de todas as pessoas diretamente envolvidas pelo raio de atuação do Programa. 
 

 

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