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Começa hoje a campanha 2020 do Tributo ao Futuro

Inspirada no legado de Norberto Odebrecht, campanha que une integrantes do Grupo Odebrecht estimula doações em prol da educação de adolescentes

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Mascotes Luna e Dante representam o protagonismo juvenil e a
vontade de crescer dos jovens das Casas Familiares

Educação para todos. Um futuro mais sustentável. Redução das desigualdades sociais. Equidade de gênero. Que causa te move? Qual legado você quer deixar para o mundo? Com esse convite à reflexão, a campanha 2020 do Tributo ao Futuro começa nesta terça-feira, 29 de setembro. Inspirada no legado social construído por Norberto Odebrecht, fundador do Grupo Odebrecht que completaria 100 anos em 9 de outubro, a campanha estimula que pessoas físicas e jurídicas façam doações em prol da educação de adolescentes da zona rural.

Para doar, basta acessar o site do Tributo ao Futuro e escolher para qual escola deseja fazer sua contribuição. Todo valor mobilizado é direcionado para formação de jovens que estudam nas três Casas Familiares parceiras da Fundação Odebrecht na execução do seu Programa Social, o PDCIS. Escolas rurais de ensino médio integrado ao curso técnico certificadas pelo Programa de Escolas Associadas da Unesco, as Casas Familiares estão localizadas nos municípios de Nilo Peçanha, Igrapiúna e Presidente Tancredo Neves, no Baixo Sul da Bahia. 

“Todos os anos, cerca de 300 adolescentes são beneficiados pelas Casas Familiares. Nas escolas, eles aprendem toda base curricular exigida pela Secretara de Educação e pelo Ministério da Educação com aulas teóricas e práticas voltadas à realidade do campo. Doar para o Tributo ao Futuro significa viabilizar que esses jovens continuem recebendo uma educação de qualidade e possam se desenvolver na zona rural, empreendendo e conquistando melhores condições de vida para si e suas famílias”, explica Beatriz Lepikson, responsável pelo Tributo ao Futuro na Fundação Odebrecht.
Quem pode doar

Qualquer pessoa física ou jurídica pode participar. Existem duas formas de contribuir: pela doação de qualquer valor ou via benefício fiscal, para aqueles que fazem sua declaração de imposto de renda pelo formulário completo. O valor arrecadado vai direto para os Fundos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA) que é gerido pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) dos municípios onde estão localizadas as escolas apoiadas, que recebem 90% do recurso captado. Os 10% restantes são destinados a outras instituições menores que também desenvolvem projetos para infância e adolescência na região.

A campanha desse ano traz algumas novidades para engajar ainda mais os doadores e também conta com o reforço dos mascotes Luna e Dante. Inspirados nas palavras “aluna” e “estudante”, eles representam o protagonismo juvenil e a vontade de crescer dos jovens das Casas Familiares. Em razão do distanciamento social imposto pela pandemia do novo Coronavírus, Luna e Dante surgiram para resgatar o sentimento de proximidade e, de forma lúdica, fortalecer a mobilização.

Ensino remoto
 

Para Clécia de JEsus, desenvolver seus primeiros negócios no campo
 significa se tornar uma jovem empreendedora e independente

Em 2020, mesmo durante a pandemia, os alunos das Casas Familiares continuam recebendo uma educação de qualidade. Adaptadas para a realidade on-line, visando a segurança e bem-estar dos adolescentes, suas famílias e educadores, as atividades das escolas passaram a acontecer de forma remota. Assim, os objetivos da formação e projetos produtivos dos estudantes seguem sendo desenvolvidos com o mesmo compromisso de sempre, apesar dos desafios encontrados pelas equipes pedagógicas. 

São adolescentes como Clécia de Jesus que estão mantendo o ritmo dos estudos. Para ela, desenvolver seus primeiros negócios no campo significa se tornar uma jovem empreendedora e independente. Aos 16 anos, a adolescente cursa o 3º ano do Ensino Médio na Casa Familiar Agroflorestal (CFAF), escola rural parceira da Fundação na realização do PDCIS. Clécia, que está se formando no curso técnico de florestas e foi influenciada pelo irmão a ingressar na CFAF, conta que o ensino de qualidade foi o que a motivou a participar do processo seletivo da escola. “A entrada na Casa Familiar despertou em mim o desejo de permanecer no campo e aprender novas práticas para melhorar cada dia mais as nossas vidas”, conta.

A campanha do Tributo ao Futuro possibilita que Clécia e outra centena de adolescentes  possam estudar e se desenvolver no campo com qualidade de vida.

Não deixe de participar. Acesse o site do Tributo ao Futuro e faça sua doação.
 

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