08h00

Famílias do Baixo Sul da Bahia se desenvolvem com agricultura familiar

Matheus Santos e Júlia Borges, beneficiários do programa social da Fundação Odebrecht, são exemplo de jovens empreendedores

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Júlia planeja fazer um curso superior e se tornar engenheira agrônoma

Aos 17 anos, Júlia Borges mora no município de Teolândia, a quase 280 km de distância da capital baiana. Aluna do 3º ano da Casa Familiar Rural de Presidente Tancredo Neves (CFR-PTN), uma das escolas parcerias da Fundação Odebrecht na realização do seu programa social, Júlia vive com os pais – Elenildo e Gildalva – na zona rural, onde cultiva hortaliças, banana, batata, cacaueiro, mandioca, seringueira, guaraná, urucum e cria aves.

A propriedade onde a família de Júlia planta faz parte do número de estabelecimentos rurais do Brasil que se configuram como agricultura familiar – dos 5,073 milhões de ambientes registrados, 76,8% são voltados a essa vertente, segundo dados do último Censo Agropecuário divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Hoje, a maioria dos alimentos que consomem vêm da sua própria terra. “Vivemos no campo desde que nascemos. Trabalhamos em conjunto em busca de um futuro promissor, onde planejamos ter uma boa qualidade de vida e ajudar a nossa filha a realizar o sonho dela de ser engenheira agrônoma”, comenta Elenildo.

Motivada pelos educadores da CFR-PTN, Júlia vislumbra melhorias para si e sua família na zona rural. Além de querer fazer um curso superior, a jovem explica que a forma como trabalhavam mudou desde que ela iniciou sua formação na escola. “Nós sentimos que nos desenvolvemos, principalmente na forma de cultivar utilizando as técnicas corretas de modo a produzir mais e com qualidade”, afirma.

Matheus quer permanecer na zona rural

Vivendo da agricultura familiar

A história de Júlia se assemelha à de Matheus Santos. Colega da jovem no 3ª ano de formação pela CFR-PTN, ele mora com os pais e a irmã mais nova em Presidente Tancredo Neves, municípios onde a escola está situada. Na propriedade, plantam cacau, banana, guaraná e criam aves para produção de ovos. 

A família de Matheus também sente que a Casa Familiar representou crescimento desde que o jovem iniciou seus estudos. “Começamos a utilizar técnicas que são essenciais para o bom desenvolvimento das lavouras. Percebemos que nosso faturamento aumentou”, conta Martins Santos, pai do estudante.

Na mesa de casa, muito do que eles consomem vem da propriedade. “Nos alimentamos também do que produzimos, como bananas e ovos”, explica Antônia, mãe de Matheus. Hoje, eles trabalham apenas com agricultura familiar. Antônia, que também é presidente da associação da comunidade, comenta que, por meio de projetos do governo, eles comercializam o excedente.

A família nunca saiu do campo. Olhando para o futuro, Matheus planeja o mesmo. “Quero permanecer na zona rural tendo uma boa renda e me tornar uma referência para as futuras gerações”, almeja o jovem.

Acompanhe mais histórias como a de Júlia e Matheus nas redes sociais da Fundação Odebrecht – LinkedIn, Facebook e Instagram.
 

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