Programa Social

Área de Atuação

O trabalho social da Fundação Odebrecht está hoje concentrado no Baixo Sul da Bahia, em 11 municípios com cerca de 285 mil habitantes, com mais de 50% deles alocados na zona rural.

A região contrasta rica biodiversidade com baixos Índices de Desenvolvimento Humano – enquanto a média nacional é de 0,75, a do Baixo Sul figura em 0,59 – e baixo nível de escolaridade: apenas 19% dos estudantes que ingressam no Ensino Fundamental chegam a cursar o Ensino Médio (IBGE 2010 | MEC/INEP 2015).

As taxas de Violência também são mais altas que as nacionais, chegando, em algumas cidades, a ser quase o dobro de homicídios para cada 100 mil habitantes (Baixo Sul: 56,6 | Média Nacional: 30).

Com predominância do bioma da Mata Atlântica, possui grande riqueza hidrográfica, diversidade de espécies de fauna e clima propício ao cultivo de diversas culturas, como cacau, banana, aipim, abacaxi, cupuaçu e guaraná. É um espaço geográfico marcado por importantes remanescentes florestais e regime pluviométrico regular, com precipitações que variam de 2200 a 3000 mm anuais. Sua temperatura varia de 21ºC a 31ºC, conferindo um ambiente favorável à agricultura.

Com uma condição natural ímpar, o território do Baixo Sul é um mosaico de Áreas de Proteção Ambiental (APA), sendo constituída por cinco delas: Guaibim, Caminhos Ecológicos da Boa Esperança, Tinharé/Boipeba, Baía de Camamu e Pratigi, sendo essa última um dos hotspots de maior biodiversidade no Brasil e no mundo.

Aliada ao patrimônio natural, a região dispõe de uma arquitetura e cultura com valor histórico para o Brasil: casarões, igrejas, conventos e fortaleza. Bumba-meu-boi, Terno de Reis, Terno de Rosa, Esmola de São Benedito ou Lindo Amor e o Zambiapunga (patrimônio cultural da Bahia) são algumas manifestações folclóricas características.

A região, no entanto, apresenta grandes desafios: sofre com a poluição das águas, a destruição florestal e a má gestão dos resíduos sólidos urbanos e rurais. O manejo agrícola inadequado, assoreamento, queimadas, desmatamento e falta de infraestrutura trazem impactos para o meio ambiente.

Consciente de que é preciso fomentar a educação de qualidade, com cidadania e respeito aos recursos naturais para contribuir com a melhoria desse quadro, a Fundação Odebrecht escolheu a região do Baixo Sul da Bahia para aplicar o PDCIS e testar o modelo de desenvolvimento territorial sustentável.

 

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